26 de dezembro de 2013

Há 42 anos pelas ruas de Belém do Pará.

Bloco do Império Romano!
No dia 25 de Dezembro como tradição dos velhos e bons Blocos de Carnavais. O Bloco do Império Romano, conhecido como #BlocoDosRomanos abriu os festejos de #Carnaval da Cidade de Belém.
Com muita diversão e irreverencia milhares de pessoas ganharam as ruas para anunciar e comemorar o Nascimento do Menino Jesus. \o/
Dentre os destaques: Como os imperadores, guerreiros e guerreiras, Deuses e deusas... A "Galinha do Ramalho" que bota ovo pra Car%$%#@#$% foi o maior destaque! Que esse ano veio com o Tema: ALÔ, É O OBAMA? (Sobre os casos de espionagem Norte-americana) e críticas sobre o Governo Dilma \o/!









 Texto e Fotos: Jorge Anderson

17 de dezembro de 2013

Peter Pan. Segunda Estrela à Direita. O Musical.

A cidade de Belém do Pará hoje (17) será transportada para à "Terra do Nunca". Peter Pan. Segunda Estrela à Direita. O Musical.
Quem nunca quis em sua vida ir até a "Terra do Nunca" e ter a oportunidade de ser Peter Pan e ou alguns seus personagens?
A fabula infanto-juvenil, criado por J. M. Barrie para sua notória peça de teatro intitulada Peter and Wendy, que originou um livro homônimo para crianças publicado em 1911, e de várias adaptações destes para o cinema. Será apresentado em única apresentação no Teatro Gasômetro em Belém.

Peter Pan é um pequeno rapaz que se recusa a crescer e que passa a vida a ter aventuras mágicas.

Peter Pan apareceu pela primeira vez ao mundo em 1902 num livro intitulado The Little White Bird, uma versão ficcionada da relação de Barrie com as crianças de Sylvia Davies e que foi adaptada ao teatro numa peça chamada Peter Pan, or The Boy Who Wouldn’t Grow que estreou em Londres em 27 de dezembro de 1904.
Em 1906, a parte do livro The Little White Bird que fala de Peter Pan foi republicada com o título Peter Pan in Kensington Gardens, com ilustrações de Arthur Rackam. Em 1911, Barrie fez outra adaptação que chamou de Peter and Wendy, mas que normalmente é chamada simplesmente de Peter Pan.
Em Kensington Gardens (Londres) existe uma estátua de Peter Pan tocando flauta.
O filme Em Busca da Terra do Nunca com Johnny Depp retrata essa história sobre como a peça "Peter Pan" foi criada, mostrando as relações entre James M. Barrie e os garotos Davies, desde o início até a realização da peça.
"Em 1929, Barrie deu um presente extraordinário para a sua instituição da caridade favorita. Doou todos os direitos autorais de Peter Pan para o Great Ormond Street Hospital, um hospital londrino para crianças. Isso signifacava que, sempre que alguém encenasse uma produção da peça ou comprasse um exemplar de Peter Pan and Wendy, o hospital ficaria mais rico, em vez de Barrie. Ao longo dos anos, verificou-se que o presente fora mais valioso do que ele jamais poderia imaginar.
Em 2004, o Hospital infantil de Great Ormond Street decidiu autorizar, pela primeira vez a criação de uma sequencia para o livro Peter Pan and Wendy. Promoveu-se um concurso para encontrar, entre autores de todo o mundo, alguém capaz de continuar as aventuras de Peter na Terra do Nunca. Com um resumo do livro e um capítulo de amostra, Geraldine McCaughrean venceu o concurso e escreveu Peter Pan escarlate." nota da editora Salamandra no livro Peter Pan escarlate.
Fotos Divulgação: Ricardo Gomes Reis Reis.

Serviço:
Teatro Gasômetro
Data: 17 de Dezembro
Hora: 20horas
Valor: R$: 40,00 com meia entrada para estudantes. 

6 de dezembro de 2013

Fórum Mundial de Direitos Humanos




O FÓRUM MUNDIAL DE DIREITOS HUMANOS – FMDH acontecerá em Brasília, no período de 10 a 13 de dezembro de 2013. O FMDH é uma iniciativa da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República – SDH/PR, com o objetivo de promover um espaço de debate público sobre Direitos Humanos, no qual serão tratados seus principais avanços e desafios com foco no respeito às diferenças, na participação social, na redução das desigualdades e no enfrentamento a todas as violações de direitos humanos.

O FMDH será um espaço de debate público sobre Direitos Humanos, no qual serão tratados seus principais avanços e desafios com foco no respeito às diferenças, na participação social, na redução das desigualdades e no enfrentamento a todas as violações de direitos humanos.

Como funcionará?

O FMDH será composto por conferências, debates temáticos e atividades autogestionadas. As conferências e debates temáticos contarão com a presença de autoridades, intelectuais e profissionais com reconhecimento internacional.

Conferências e Debates Temáticos

Importantes instâncias de participação social, as conferências e debates do FMDH comporão a programação com a participação de convidados nacionais e internacionais, que se reunirão para debater e refletir sobre direitos humanos.

Atividades Autogestionadas

As atividades autogestionadas permitem o encontro, a apresentação e a fundamentação de propostas de instituições que fizerem adesão ao Comitê Organizador – CO do FMDH, para a reflexão conjunta, a troca de experiências, a articulação, a formação de redes, de movimentos e de organizações sociais e, para tanto, serão agrupadas por tipo, conforme temas similares.



4 de dezembro de 2013

Teatro: Peça teatral problematiza a corrupção.


Nos próximos dias, o Grupo de Teatro do Instituto Universidade Popular (Unipop) traz para a cena, em seu espetáculo de 2013, um texto do final do século XIX, do jornalista e dramaturgo carioca França Júnior. Em um ano marcado por manifestações sociais jamais vistas na historicidade sociopolítica recente do Brasil, um tema em destaque – comum entre os inúmeros cartazes que ganharam as ruas – torna-se pano de fundo para a trama. A Corrupção.

O espetáculo gira em torno dos “acordões” que se sucedem diante da formação de um novo ministério, onde todos querem uma fatia do bolo das “colocações” e dos cargos de primeiro escalão.

Numa adaptação fantástica e ficcional de Hudson Andrade – onde comparações com nossa realidade não são mera coincidência – a trama se passa em Belém, como se esta fosse a capital do País. Na peça dirigida por Alexandre luz, Filomena, esposa do comendador Brito, presidente da Câmara dos Deputados, oferece um jantar para serem apresentados à sociedade; resquício de uma aristocracia perdida, que se empenhava para atender aos inúmeros pedidos de apoio político, apadrinhamentos, indicações, e tudo mais que gira em torno dos conchavos políticos num Brasil cuja prática da corrupção é histórica, genética e atemporal.

Elenco:
ERIC BONIFÁCIO (Felício Brito)
WANESSA GERGOLETTO (D. Filomena – esposa de Brito)
VANDA LOPES (Beatriz – Filha de Brito)
MIKA NASCIMENTO(Mr. James)
MARIA SILVA (D. Bárbara Coelho)
CLAU SANTIAGO (Mariquinhas – Filha de Bárbara)
AMANDA SANTOS (D. felicinainha)
ANDRÉ SOUZA (Ernesto)
GEOVANI MOIA (Philipe)
WALTER D’CARMO (Dr. Raul Monteiro)
NETE PAMPLONA (Criada Zeferina)
ERIKA BONIFÁCIO (Empregada Maria Angélica)


Ficha Técnica:
Sonoplastia – Alexandre luz
Iluminação – Vanda Lopes
Cenografia – Concepção – Alexandre Luz / Montagem – Andrei Souza, Walter D’Carmo, Lídia Carvalho e Vanda Lopes
Figurino – Concepção – Alexandre Luz / Assessoria – Carol Dominguez
Assessoria Geral – Carol Dominguez e Patrícia Grigoletto
Adaptação – Hudson Andrade
Direção – Alexandre Luz

Serviço:
Os ingressos podem ser retirados a partir do dia 04.12, no Instituto Universidade Popular (Unipop), no valor de R$ 10,00, com meia entrada para estudantes.
Dias: 06, 07, 09 e 11 de dezembro
Hora: 20h
Local: Porão da Unipop. Av. Senador Lemos, 557. Entre D. Pedro I e D. Romualdo de Seixas, próx. à Praça Brasil.

Link:

Fonte: Unipop

Adolescentes e jovens da UNIPOP vão às ruas por uma Comunicação Democrática.


Centenas de assinaturas foram coletadas durante atividade realizada na praça

Engajados em defesa da democratização da comunicação, adolescentes e jovens participantes do Curso de Comunicação Popular do Programa Juventude, Participação e Autonomia, do Instituto Universidade Popular (Unipop), estiveram na Praça República, em Belém, na manhã do dia 1º.12, para coletar assinaturas para a campanha nacional “Para Expressar a Liberdade! Uma nova lei para um novo tempo”.

Os jovens e adolescentes dialogaram com o público da praça, entregaram folders e explicaram a importância de assinar o documento que objetiva aprovar o Projeto de Lei para garantir, a partir de um marco regulatório, o direito à comunicação e à liberdade de expressão de todos os cidadãos e cidadãs. Além disso, garantir a manifestação igualitária de ideias, opiniões e pontos de vista no espaço midiático aos mais diversos grupos sociais.

Para a adolescente Annie Julliete, 16 anos, a coleta de assinaturas foi um momento de “conscientizar a população para que se busque a verdadeira notícia e informação; se afastem da alienação e criem suas próprias opiniões”.


A campanha

A campanha é resultado da mobilização de dezenas de organizações sociais, que estiveram reunidas durante um seminário ocorrido em São Paulo, em 2012, promovido pelo Fórum Nacional de Democratização da Comunicação (FNDC). Desde então, o debate foi sendo ampliado e a possibilidade de mudar o atual panorama da comunicação do Brasil foi se consolidando com a coleta de assinaturas para a aprovação do Projeto de Lei conhecido como “Lei da Mídia Democrática”, uma proposta de iniciativa popular.

Porque aderir

Passado os 50 anos da criação do Código Brasileiro de Telecomunicações, as formas de se comunicar mudaram bastante, mas o que ainda não passou por nenhuma modificação foi o atual modelo de comunicação, centralizado na mão de empresários e políticos que formam grandes monopólios midiáticos, os quais, na maioria das vezes, manipulam as informações de acordo com seus interesses políticos e econômicos.
 Com base nisso, a Lei da Mídia Democrática se apoia em diretrizes fundamentais para democratizar a comunicação no país e argumenta que o Estado deve adotar medidas de regulação democrática sobre a estrutura do sistema de comunicações, a propriedade dos meios e os conteúdos veiculados, de forma a:

- assegurar a pluralidade de ideias e opiniões nos meios de comunicação;

- promover e fomentara cultura nacional em sua diversidade e pluralidade;

- garantir a estrita observação dos princípios constitucionais da igualdade; prevalência dos direitos humanos; livre manifestação do pensamento e expressão da atividade intelectual, artística e de comunicação; sendo proibida a censura prévia estatal (inclusive judicial) ou privada; inviolabilidade da intimidade, privacidade, honra e imagens das pessoas; e laicidade do Estado;

- promover a diversidade regional, étnico-racial, de gênero, classe social, etária e de orientação sexual nos meios de comunicação;
- garantir a complementaridade dos sistemas público, privado e estatal de comunicação;

- proteger as crianças e adolescentes de toda forma de exploração, discriminação, negligência e violência e da sexualização precoce;

- garantir a universalização dos serviços essenciais de comunicação;

- promover a transparência e o amplo acesso às informações públicas;

- proteger a privacidade das comunicações nos serviços de telecomunicações e na internet;

- garantir a acessibilidade plena aos meios de comunicação, com especial atenção às pessoas com deficiência;

- promover a participação popular na tomada de decisões acerca do sistema de comunicações brasileiro, no âmbito  dos poderes Executivo e Legislativo;

- promover instrumentos eletrônicos de democracia participativa nas decisões do poder púbico.


Fonte: Unipop - com informações de paraexpressaraliberdade.org.br


3 de dezembro de 2013

Por dentro da Agência Jovem de Notícias!

O exercício da comunicação independente e popular. Abrindo caminhos para o protagonismo e democratização da informação, através das agências de notícias. Conheça um pouco mais sobre esse trabalho e acesso na integra da matéria.



\o/

29 de novembro de 2013

Sábado!

Nova discografia do multi instrumentista - CÍCERO- Sábado!
Foto/Capa!
Primeira faixa desse novo álbum!

Fuga N°3 da Rua Nestor

Feito um caminhão de gás
indo e vindo
indo e vindo
todo ânimo atrás
de um motivo
um motivo
A cabeça no lugar
que é permitido
esperança vem e vai
Feito um caminhão de gás
invadindo
invadindo
vou sonhando um pouco mais
(meio desistindo)

Disponibilizado em: http://www.vagalume.com.br/cicero/fuga-n-3-da-rua-nestor.html#ixzz2m4tC5AHZ

28 de novembro de 2013

Uma cicatriz venenosa na Amazônia

#Amazônia em Apuros!


Em poucos dias, as autoridades paraenses podem dar a uma empresa mineradora do Canadá autorização para construir uma enorme mina de ouro a céu aberto, que poderá injetar toneladas de produtos químicos venenosos no coração da Amazônia. Mas nós podemos impedir esta corrida colonialista do ouro em pleno século XXI.
Para extrair os metais preciosos, córregos tóxicos de cianeto, arsênio e montanhas de resíduos químicos serão despejados no rio Xingu, podendo contaminá-lo totalmente. Esta megamina é tão arriscada que o próprio Ministério Público Federal está exigindo que as autoridades neguem a concessão da licença. Mas mesmo assim as autoridades no Pará pressionam pela aprovação, esperando que consigam fazê-lo antes que o país inteiro descubra. Vamos soar o alarme agora e impedir este projeto venenoso.
A não ser que façamos algo, a autorização pode ser concedida em questão de dias. A empresa canadense terá um enorme lucro às custas dos nossos rios e da destruição de comunidades indígenas que estão nos arredores. Vamos nos unir e mostrar ao presidente do Ibama, Volney Zanardi Júnior, que o país demanda sua intervenção para impedir que seja dada uma injeção letal na Amazônia. Assine agora e exija o fim desse projeto devastador:
Planejada para ser construída a apenas alguns quilômetros de Belo Monte, a Belo Sun Mining Corporation, empresa baseada em Toronto, afirma que sua nova mina vai ajudar as comunidades indígenas, impulsionando a economia local, e ajudando a financiar novas escolas e hospitais. Mas o relatório de impacto inicial da mina estava repleto de irregularidades, e foi produzido sem qualquer consulta aos povos Arara e Juruna que vivem nas proximidades – uma violação direta da Constituição brasileira.
A hidrelétrica de Belo Monte já está causando grandes transtornos na região – grupos indígenas ocuparam várias vezes o canteiro de obras e dezenas de processos questionam sua legalidade. Esta nova mina de ouro, obviamente, criará alguns postos de trabalho, mas o custo é muito alto, prejudicando ainda mais o delicado ecossistema da região, e canalizando a maioria das centenas de milhões em lucros para os bolsos de um consórcio de empresas privadas. Numa época pré-campanha eleitoral, com Dilma provavelmente enfrentando a oposição de candidatos verdes, como Marina Silva, essa mina poderia ser uma pedra no sapato – uma pedra da qual ela vai preferir se livrar, se pressionada.
O processo de concessão está acontecendo silenciosamente, e ainda não se tornou uma prioridade política. Nós podemos mudar isso com um enorme apelo para impedir esta devastadora conquista do ouro no coração da Amazônia. Assine agora:
Desde a estreita colaboração com o povo Guarani-Kaiowá para evitar sua expulsão das terras de seus ancestrais, até o apoio aos protestos dos povos indígenas contrários a Belo Monte, a nossa comunidade no Brasil está consistentemente na linha de frente da luta para proteger o nosso planeta dos interesses gananciosos daqueles que o colocam em perigo. Hoje não será diferente. Vamos impedir essa mina na Amazônia agora.


Mais informações:
Organizações da sociedade civil se mobilizam contra licenciamento de mineradora no Xingu (Instituto Socioambiental)
Para instituto, mineradora desconsidera população indígena do Xingu (Rede Brasil Atual)
Promotores brasileiros tentam impedir mina de ouro canadense na Amazônia (Reuters) (em inglês)
Documentos revelam: espiões canadenses se reúnem empresas de energia, (The Guardian) (em inglês)
Desmatamento na Amazônia sobe 28% em 2013 (Folha de S.Paulo)


Fonte:  Avaaz.org  

19 de novembro de 2013

1° Fórum Inaciano de Jovens é realizado em Belém do Pará. Conectando Mundos. Tecendo Redes.

1° Fórum Inaciano de Jovens é realizado em Belém do Pará.
Conectando Mundos. Tecendo Redes.
O 1° Fórum Inaciano de juventude realizado de 15 a 17 de novembro na capela de Nossa Senhora de Lurdes em Belém do Pará, organizado pelo Centro Magis de Juventude reuniu jovens de Belém, Marabá, Santarém, Bragança, Ilha do Marajó e Manaus para compartilhar suas experiências de jovens missionários e traçar expectativas de ações voltadas para as diversas juventudes e realidades encontradas na Amazônia.
Entre os três dias de programação o Instituto Universidade Popular participou através do programa Juventude, Participação e Autonomia (JPA) na presença da Educadora Social Débora Ribeiro e os jovens articuladores Sidney Silva e Jorge Anderson do Projeto Jovens Comunicadores da Amazônia, realizado com o apoio do Instituto Oi Novos Brasis. Participaram do bate papo sobre os temas "Cultura, Política e Religião". Conectando mundos, tecendo redes. 
Sobre os assuntos abordados houve perguntas norteadoras que geravam debates sobre cada tema proposto pela roda de bate papo. Entre algumas delas: A Juventude produz e ou reproduz cultura? A cultura transforma a juventude? O jovem presente nas manifestações de junho conseguiu entender à importância de sua participação nas manifestações? Como percebemos a vivencia do/a jovem com o sagrado? Entre outras...
O Centro Magis de Juventude surgiu em 10 de Março de 2012 como um espaço idealizado pelos Jesuítas da Amazônia e alguns jovens que fizeram a experiência do MAGIS Espanha 2011. O Centro é um espaço para jovens que querem uma formação espiritual, afetiva e intelectual. Local de encontros que levam à juventude a se questionar e ter a coragem para ir além e alcançar novos horizontes.

Para saber mais sobre o Centro Magis de Juventude, você pode está acessar o blog e a pagina no face book.


Texto e Fotos: Jorge Anderson

14 de novembro de 2013

Cine Clube Ambiental

CINE CLUBE no Parque do Seringal!! 
CONCENTRAÇÃO: 15h na frente do Parque pra mobilização no parque.
REUNIÃO DO GRUPO: 16h pra pensar o roteiro do próximo vídeo
SESSÃO DE VÍDEO e debate: 17H

Conversa sobre mim e eu mesmo!

Meu corpo em contato com o homem/matéria/natureza/natural.




Fotos: Andrey Gomez  e Jorge Anderson

12 de novembro de 2013

Manda Vê. Imagens que Viram. Revista Viração.

Na próxima edição de nº101 da Revista Viração. Que traz em sua matéria de capa. O outro lado da moeda: "Cooperação e confiança são a base para a economia solidária. Uma forma alternativa de pensar estratégias de desenvolvimento local e fortalecimento das relações comunitárias". Vem em duas de suas sessões, matérias produzidas pelo núcleo #ViraJovens de Belém do Pará. Na sessão "#MANDAVÊ sobre à Democratização da Informação no Brasil. Com as Jovens Ana Carla Oliveira e Karla Gouvêa mandando vê em suas opiniões. E outra sessão é "#IMAGENSQUEVIRAM" onde o Núcleo de Jovens Articuladores da Unipop #JPA. Foi para as ruas da grande cidade de #BelémDoPará registrar e mostrar o descaso e a falta de políticas públicas voltadas para o destino e reutilização de "LIXO" em particular da Cidade de Belém. #Curta \o/



8 de novembro de 2013

Sobre a II Conferência Estadual Infanto Juvenil pelo Meio Ambiente Pará

Por: Carlos Gouvêa; Jovem do Coletivo Jovem de Meio Ambiente do Estado do Pará.
Nestes últimos dias, mais precisamente entre os dias 05 a 07 de Novembro de 2013, aconteceu na Cidade das Mangueiras (Belém) a II Conferência Estadual Infanto Juvenil pelo Meio Ambiente do Estado do Pará.
Foi um momento cansativo, estressante e também feliz, afinal, foi a concretização de um ano de trabalho, de reuniões (que por muitas vezes iam "do nada" para o "lugar nenhum"). Onde lidamos com pessoas que diziam representar instituições, mas que estavam ali apenas para referendar seu nome em um processo que sequer colaborou com um centavo para que a história toda acontecesse.
A priori foi um momento difícil, o governo do Estado na mão do PSDB, uma má vontade de realizar um processo destinado especialmente a alunos e alunas de todo o País chamado Pará. Não liberação de verba, espaço mal estruturado, locais distantes, numa conferência de meio ambiente a não produção de uma sequer caneca para evitarem-se os descartáveis e não garantia da contribuição para que a sociedade civil organizada participasse do processo, o quê no discurso, apresentava-se o oposto.
Egos de professores e gestores que infelizmente alimentam o espírito da competição, da disputa e não o da colaboração, da cooperação espírito que prega de fato a educação ambiental. Dá uma vontade de chorar quando penso que nestes últimos anos independente de governo o desrespeito com a juventude é o mesmo, não consultam, atropelam. Dá uma vontade de chorar quando olhamos crianças e adolescentes dispostos e participativas num processo que é deles, que se encontram raramente para trocar experiências, neste momento é em que tudo vale a pena. Dá uma vontade de chorar quando vemos adultos que falaciosamente defendem a autonomia da juventude, manipulam seus alunos para que as coisas saiam do seu agrado.
Tivemos ao menos uma vitória, conseguimos aprovar o início e o fomento de um debate para a construção de uma política de juventude e meio ambiente.

Dá uma vontade de chorar que mesmo apesar de tudo e de não conhecer todo o processo há amizades que se dispões a nos ajudar. É com uma sensação de realização que quero agradecer aos meus queridos amigos que ainda apostam na construção de um outro modelo de sociedade. Obrigado: Karla Gouvêa, Letice Lima, Wirlley Quaresma, Ingrid Fabi Santos, Jairo Silva Amaral e Jorge Anderson, que se disporam, se doaram à causa. A vocês, com todas as lágrimas de agradecimento, meu muito obrigado. Agora vamos que temos por vir o II Encontro Estadual da Juventude pelo Meio Ambiente.










Fotos: Jorge Anderson

7 de novembro de 2013

Gravação releva pagamento de propina a Juízes do TRE/PA.

4 juízes citados em gravação que revelaria pagamento de propinas a juízes do TRE Pará. Ouça a gravação feita pelo prefeito cassado de Marabá, João Salame, que teria se recusado a comprar sentença favorável naquele tribunal. Venda seria intermediada pelo ex-prefeito de Marituba Antônio Armando. Propinas pagas por Duciomar teriam custado R$ 800 mil. Polícia Federal abriu inquérito para investigar o escândalo.


É um “causo” sensacional, caro leitor.
No último dia 5, o Tribunal Regional Eleitoral do Pará cassou o mandato do prefeito de Marabá, João Salame, que teria distribuído combustível em troca de votos (leia aqui: http://pererecadavizinha.blogspot.com.br/2013/11/tre-cassa-mandato-do-prefeito-de-maraba.html).
Não se pode dizer que foi uma decisão surpreendente: há semanas, muitos  davam como certa a cassação do prefeito de Marabá.
E o problema, diziam blogs e jornais, seria bem mais político do que legal: a raiva nutrida por inimigos poderosos, entre os quais o governador Simão Jatene.
Daí que bem mais surpreendente (Inesperado! Extraordinário!) foi o day after da cassação: a revelação de que Salame (que é jornalista) gravou um áudio que comprovaria a venda de sentenças por juízes do TRE.
É claro que é preciso investigar e pressupor a inocência dos acusados.
Mas o áudio é um pitéu raríssimo, nestas e noutras plagas...
Até porque vai ao encontro do que há muito se comenta nos meios políticos, jornalísticos e empresariais: a possível existência de uma indústria de sentenças nos tribunais do Pará.
Suborno de R$ 800 mil foi “barato”
Veja-se o caso de Duciomar Costa, o prefeito mais processado por improbidade administrativa da história de Belém (http://pererecadavizinha.blogspot.com.br/2012/06/duciomar-costa-o-prefeito-mais.html).
Foram pelo menos 42 processos, 13 deles por improbidade, nas justiças federal e estadual – e isso sem falar nas rumorosas ações a que ele respondeu no TRE, acusado do mais deslavado uso da máquina, para se reeleger.
No entanto, Duciomar permaneceu no cargo até o último dia de seus dois mandatos.
E o áudio gravado por Salame, se confirmada a denúncia, finalmente ajudará a entender o porquê: Duciomar teria subornado pelo menos dois juízes paraenses.

Valor da suposta propina: R$ 800 mil, em valores da época.
Na gravação, há dois interlocutores.
O primeiro é o próprio Salame.
O segundo seria Antonio Armando, ex-deputado estadual e ex-prefeito de Marituba.
Armando seria o intermediário na venda de uma sentença favorável ao prefeito de Marabá.
A juíza disposta a vender o voto seria a própria relatora do processo, Ezilda Pastana Mutran.
Mas, na conversa, Armando diz que Ezilda tem condições de garantir pelo menos mais dois votos favoráveis ao prefeito.
Um deles seria o da juíza que ele chama apenas de “Eva” – e a única magistrada com esse nome no TRE é Eva do Amaral Coelho.
Mas além desses três votos, Armando diz que seria possível conseguir mais um, caso Salame se dispusesse a “ir pra cima” do juiz federal.
De acordo com o site do TRE, há dois juízes federais naquele tribunal: Ruy Dias de Souza Filho e Antonio Carlos Almeida Campelo.
No entanto, Antonio Armando não revela a qual deles está a se referir.
Mais adiante, porém, ao contar como teria intermediado a compra de uma sentença favorável a Duciomar, ele diz que teria sido o juiz federal de nome Rui a receber uma propina de R$ 500 mil.
Já Ezilda Mutran teria recebido R$ 300 mil.
E o suborno teria ficado até barato, já que se tratava de um prefeito da capital.
Até o corregedor do TRE?
Há mais, porém.
Ao falar sobre a decisão judicial (uma liminar) que o impediu de assumir a Prefeitura de Marituba, após as eleições de 2012, Antonio Armando inclui mais um juiz, de nome “Holanda”, entre os magistrados que recebem propina.
E no site do TRE só há um juiz com esse nome: é o desembargador Raimundo Holanda Reis, vice-presidente e corregedor daquele tribunal.

Veja no quadrinho a composição do TRE.

Propina pela metade

O caso desse “Holanda”, aliás, chega a ser risível: o combinado pela sentença (que teria sido comprada por Mário Filho, o candidato mais votado para a Prefeitura de Marituba) teria sido de R$ 150 mil.
No entanto – veja só como são as criaturas, caro leitor – Mário teria dado o cano em “Holanda”, pagando-lhe apenas R$ 80 mil...
Outra pessoa citada na conversa (e de forma insistente) é um certo “Sábato” – mesmíssimo nome do advogado Sábato Rossetti, que atuou na defesa de Duciomar e que é um dos mais conhecidos advogados eleitorais do Pará.
O Sábato da conversa teria sido o sujeito a pagar os R$ 500 mil de propina ao juiz federal de nome Rui.
E o Sábato da conversa teria ficado tão feliz, mas tão feliz com absolvição de Duciomar que chegou até a sapecar um beijo em Antonio Armando.
Tudo porque o ex-prefeito de Marituba teria conseguido o que parecia impossível: fazer com que Ezilda Mutran mudasse o voto desfavorável a Duciomar - um voto que já havia até antecipado, aliás.
“Foi inspiração divina”, ironiza Armando, ao contar que Ezilda teria mudado o voto porque recebera o pagamento dois dias antes.

Assessor do Governador

Na gravação, Antonio Armando se gaba de já ter intermediado a compra de várias sentenças e de ter sido o sujeito que resolveu todas as pendências judiciais de Duciomar.
E diz, ainda, que goza de tanto prestígio junto a Ezilda Mutran (aliás, a relatora do processo de cassação de Salame) porque arranjou emprego para o "marido" dela, na Assessoria do governador.
E o "maridão", embora pago pelo Executivo, só trabalharia mesmo é para a magistrada, inclusive como "ponte" para transações comerciais.
Ontem, o Ministério Público Federal informou que requisitou a abertura de inquérito pela Polícia Federal, para investigar o caso.
A gravação foi entregue por Salame ao advogado dele, Inocêncio Mártires, que a entregou ao presidente do TRE, Leonardo Noronha Tavares.
No dia 31 de outubro, o desembargador informou o MPF e a Advocacia Geral da União (AGU). Leia aqui: http://pererecadavizinha.blogspot.com.br/2013/11/gravacao-apontaria-pagamento-de.html
Ontem, Salame divulgou nota de esclarecimento na qual diz que gravou o áudio para se proteger e que não aceitou pagar a propina que lhe era exigida para evitar a cassação.
Ouça o áudio gravado por Salame: 

https://soundcloud.com/anaceliapinheiro/voz-001-1

Leia a nota de esclarecimento divulgada pelo prefeito cassado de Marabá:

Nota de Esclarecimento

Acerca de nota veiculada na página da internet do Ministério Público Federal no Pará relativamente à existência de gravação envolvendo denúncia de venda de sentença no âmbito do Tribunal Regional Eleitoral do Pará quero esclarecer o seguinte:

01-Fiz a gravação para me proteger num processo que avaliei como nebuloso e cheio de interferências políticas e pessoais que fogem da esfera jurídica;
02-Cumpri com meu papel de cidadão e entreguei o áudio ao meu advogado, Dr. Inocêncio Mártires, para que o mesmo encaminhasse ao presidente do TRE, desembargador Leonardo Tavares;
03- Fui vítima de julgamento contaminado por questões de natureza pessoal, tendo em vista que a juíza Izilda Pastana Mutran, relatora do processo, foi denunciada na Polícia por mim 20 anos atrás por ter agredido fisicamente minha atual esposa, à época grávida de 8 meses. Lamentavelmente o registro dessa denúncia desapareceu misteriosamente dos registros da delegacia, o que nos impediu de solicitar sua suspeição;
04- O áudio foi entregue ao Desembargador Leonardo logo no início da apreciação do processo e lamento que o presidente do TRE não tenha optado por suspender o julgamento para apurar, no âmbito da sua competência, a falta de isenção manifesta da relatora do caso.
05-Não aceitei pagar propina que me foi exigida para ser inocentado de algo que não fiz. Minha biografia não admite o emprego deste tipo de artifício.
06- Fui condenado injustamente por uma julgadora que demonstrou possuir ódio e rancor por fato do passado.
07- Para me condenar a verdade foi varrida. Toda sociedade de Marabá é testemunha que na véspera do pleito de 2010 fiz carreata. Até meus adversários confirmam isso. Só a minha julgadora não aceitou se curvar as evidencias. Isso é trapaça ética!
08- A ruidosa operação da Polícia Federal no posto de gasolina em Marabá ocorrida em 2010 apreendeu 18 notas de abastecimento, totalizando 200 litros de combustível, volume compatível com a realização do evento eleitoral, gastos incluídos na minha prestação de contas que foi aprovada pela Justiça Eleitoral.
09- Já me coloquei à disposição do Ministério Público Federal para esclarecer os fatos narrados na referida gravação e acrescentar outros elementos que vão robustecer as provas de que há algo mais entre o céu e a terra no TRE do Pará do que nossa vã filosofia possa imaginar.
10-Serei incansável na busca da Justiça. O mandato de prefeito de Marabá me foi confiado por 57% dos votos dos meus conterrâneos e não é justo, ético e nem razoável que o desejo do povo de Marabá seja adulterado indevidamente.
11- Quero acrescentar que o Tribunal Superior Eleitoral já decidiu reiteradamente que não é juridicamente possível cassar mandato conquistado na eleição de 2012 por alegada infração supostamente cometida no pleito de 2010. Mesmo diante dessa posição da instância superior fui deposto do mandato. Tirem suas conclusões.

João Salame Neto
Prefeito Constitucional do Município de Marabá

1 de novembro de 2013

29 de outubro de 2013

DNJ2013. Belém/Pará

Atenção Juventude!
Durante essa semana, estará acontecendo o DIA NACIONAL DA JUVENTUDE. O DNJ 2013.
Fica o convite para quem puder está participando da programação que vai de 30 de Outubro à 3 de Novembro de 2013.
Fiquem a vontade para conhecer , se integrar e unir-se à outros tantos jovens que estarão participando desse momento! #Participe.

PROGRAMAÇÃO DO DNJ 2013:
1º dia (30/10):
Atividade: Análise Ecumênica das Juventudes da RMB.
Local: Paróquia Imaculada Conceição
Hora: 18hs.
2º dia (31/10):
Atividade: Roda de conversa sobre relato de experiência de trabalho de, para e com juventudes.
Local: Paróquia Imaculada Conceição
Hora: 18hs.
3º dia (01/11):
Atividade: Juventude e Missão – visita de mobilização para a marcha.
Local: Bairro Castanheira
Hora: 18h
4º dia (02/11):
Atividade: Memórial das velas “Vigília in memoriam das juventudes” exterminadas”
Local: São Brás
Hora: 18h
5º dia (03/11):
Atividade: Marcha DNJ 2013 – Juventude e Missão “Jovem: levante-se, seja fermento!”.
Local: Comunidade Santa Inês (Castanheira)
Hora: 16h.

Endereço: PARÓQUIA IMACULADA CONCEIÇÃO.
TRAVESSA: SNAPP.
Referência: Atrás da ESCOLA MADRE CELESTE da Augusto Montenegro.


Envolvimento!


Fiquei imaginado abstratamente as intenções de trocas que ocorreram com esses simpáticos e importantes seres!
Acredito que tenha sido algo retratado desse texto \o/! Será?

(Tesão e Soneto)

Enquanto segues em frente, Deito-me maliciosa em teu leito, Sentindo teu corpo quente: Diante das tuas mãos, tudo aceito... Roubas meus seios da minha roupa, Acariciando-os com intensos beijos, Deixando-me completamente louca, Abrindo-se para ti a Flor dos meus Desejos... Sou só desejo, sou toda tua... Beijo-te inteiro com sofreguidão, Enquanto deixas-me totalmente nua, Provocando em meu corpo espasmos e gemidos, Embalo com lambidas teu tesão. Até nos tornarmos um só em todos os sentidos...!


25 de outubro de 2013

Com leilão de Libra, educação e saúde deixaram de ganhar bilhões.

Em 22 de outubro de 2013, o Brasil amanheceu debatendo se o leilão do campo de Libra, realizado no dia anterior no Rio de Janeiro, foi vantajoso ou não ao país. Com apenas um consórcio participante e vencido pelo lance mínimo, o leilão levará dinheiro novo para educação e saúde, mas em volume muito menor do que deveria e do que é necessário.
Diante da impressionante riqueza em jogo, veículos internacionais deram destaque ao tema. De Nova York, o "Wall Street Journal" considerou que o Brasil deu um passo significativo "rumo ao patamar das grandes nações produtoras de petróleo" (Brazil Moves to Join Other Major Oil Nations), tal como desejava o Governo Federal, liderado por Dilma Rousseff. Já a revista alemã, Der Spiegel, defendeu em artigo on-line que o país vendeu um tesouro, cuja exploração compreende altos custos ambientais, "a preço de pechincha" (Brasiliens Rohstoff-Versteigerung: Schnäppchen für die Öl-Ausbeuter), fazendo coro a todos os manifestantes que queriam cancelar o leilão.
Paradoxalmente, escritas desse modo, as duas visões tendem a estar corretas. Apenas o fato de explorar Libra, e sua reserva de 8 a 10 bilhões de barris de petróleo, alçará o Brasil a uma posição econômica e geopolítica ímpar. Ao mesmo tempo, o maior e mais promissor campo da camada pré-sal foi leiloado a um preço muito aquém do aceitável. Resultado, o Brasil pode se consolidar como "a" potência do hemisfério do sul, mas sua população será menos beneficiada do que deveria. Aliás, situação nada estranha à nossa história.
Isso ocorre porque as duas áreas essencialmente beneficiadas com a exploração do pré-sal são, respectivamente, a educação pública e a saúde, extremamente decisivas para a garantia de qualidade de vida da população. Como é de conhecimento geral, segundo a recente Lei 12.858/2013, conquistada pela sociedade civil, a saúde ficará com 25% dos royalties, sendo que a educação receberá 75% dos royalties e 50% dos valores depositados no Fundo Social do Pré-Sal, composto, em grande medida, pela partilha do excedente em óleo. Portanto, quanto menor for a parcela do excedente em óleo que fica com o Estado brasileiro, menor será o valor investido em políticas públicas educacionais e de saúde.
Entenda o excedente
Com apenas um concorrente, o campo de Libra foi leiloado pelo valor mínimo previsto no edital: a princípio, 41,65% do excedente em óleo ficarão com o Estado nacional e 58,85% com o consórcio vencedor. Desse consórcio, cabe à Petrobras 40% negócio, sendo que as estatais chinesas dividem 20% da iniciativa e as europeias Shell e Total possuem os 40% restantes, ficando cada uma com 20% da empreitada.
Mesmo com alto custo exploratório, exigindo o desenvolvimento de novas tecnologias, o campo de Libra é um reservatório quase sem risco de retorno, graças às exaustivas pesquisas realizadas pela Petrobras. Assim, a parcela de 41,65% do excedente em óleo para o Estado brasileiro é muito baixa, ainda mais se considerada a prática dos leilões ao redor do mundo, na qual os governos ficam com cerca de 60% a 80% da partilha, em modelos de contratos similares. No entanto, piora o quadro uma alteração recente no edital, que fez com que a parcela do excedente em óleo se tornasse flutuante.
Segundo o consultor legislativo da Câmara dos Deputados para Assuntos de Petróleo e Gás, Paulo César Ribeiro Lima, um dos maiores especialistas em energia do Brasil, a participação da União, ou do Estado brasileiro, será muito menor que o anunciado, caso o valor do barril de petróleo despenque no mercado internacional e a produtividade da produção de Libra também seja reduzida. Para ele, esse cenário não é tão improvável, devido ao fato de que a produção mundial de petróleo pode ser afetada pelo aumento da produção estadunidense de Shale oil, categoria de óleo extraído do xisto betuminoso.
Pelas regras do edital, a remuneração de 41,65% é calculada numa perspectiva de produção de 12 mil barris por dia, cada um no valor entre USD 100 (dólares) e USD 120 (dólares). Se a produção e o preço do barril subir, a parcela do Estado brasileiro do excedente em óleo sobe para 45,56%, contra 54,44% para as empresas. Mas se ambos caírem, pode chegar a alarmantes 9,93%.
Conforme Lima, as regras estabelecidas para o leilão de Libra são diferentes daquelas do regime de partilha de outros países. Utilizando o exemplo da Noruega, caso um reservatório como Libra fosse descoberto lá, o Estado norueguês ficaria com mais de 60% da produção, e não as empresas.
A partir de 2018 ou 2019, quando Libra começar a ser um campo efetivamente produtivo, não há dúvida de que o Brasil passará a ser um país melhor posicionado nas relações internacionais. Contudo, ao leiloar seu maior tesouro petrolífero em contrato muito desvantajoso, a população brasileira mais uma vez ficará alijada de se beneficiar das riquezas que lhe pertencem.
Ainda não é possível estimar, com precisão, o quanto a educação e a saúde deixaram de ganhar com o leilão de Libra. Sabe-se apenas que o volume fica na casa das centenas de bilhões. Libra se foi, o Governo Federal pretende licitar outros campos, menos promissores, em 2015. Como tem defendido o coordenador-geral da cutista FUP (Federação Única dos Petroleiros), João Antônio de Moraes, o desafio mais estratégico agora é fazer com que o povo brasileiro entenda de política energética, especialmente petróleo e gás, "para não vir a ser lesado". Em outras palavras, para defender seu direito à educação o povo brasileiro precisará de maior engajamento e... Educação.

Tentativa de Assalto? Ou falta de acesso à políticas públicas?

#CasoSério!


Indo eu ontem à noite, depois dos afazeres do dia. E de ter trocado boas energias com o/a #gomes. Tive que me deparar com uma situação de extrema tensão e violência! Sem sombras de qualquer dúvida. O fato ocorrido ontem no Coletivo "PAAR VER-O-PESO" #90720 é o retrato do descaso social dos acessos as políticas públicas efetivas e de qualidade na Educação, ao mercado de trabalho, ao lazer, à cultura que compreendo ser um dos fatores de contemplação do "ser sentir bem" de " ser útil para a sociedade" " de ser um/a gente de transformação e visibilidade de algo que possa agregar valores e saberes para um coletivo. Mas não foi muito bem isso que ocorreu por volta das 22:45hs na almirante barroso sentido Belém/Ananindeua no trecho da Tuna Luso Brasileira. Quando "do nada" surge uma viatura da Ronda Tática (ROTAM) abordando o coletivo bruscamente interceptando-o. A minha reação de imediato e a de tod@s aqueles passageiros agoniados para chegar em casa, foi só uma: O que está acontecendo? Porque pararam o ônibus? Aparentemente não havia nenhuma #blitz (e não havia) ou algo que pudesse interromper aquela viagem agradável de lotação. Mas havia...! Havia a suspeita de dois meliantes e uma denúncia de que aquela condução iria ser assaltada. Gente, como assim? É isso mesmo, uma tentativa de assalto frustrada, denunciada por uma passageira que suspeitou do fato e desceu paradas antes. Denunciando e dando tempo para que a viatura chegasse a tempo, antes que o assalto coletivo acontecesse. Parece roteiro de filmes baseados em fatos reais de violência, onde escracham tiros, sangue pra todo lado, mortes. #Medo. Mas nada disso ocorreu. O fato é que encontraram os dois suspeitos com as características exatas ditas pela "mulher que desceu paradas antes" evitando assim o pior. Depois da tensão ocasionada pelo caso. E de os policias terem encontrado com um deles uma arma. Adivinhem qual foi a forma de "tratamento" e "abordagem" que os dois receberam? É...
No vai e vem disso tudo, fica aquelas velhas e pertinentes perguntas:
Como agir numa hora dessas, quando se é abordado por um meliante, seja em coletivos, nas praças, nas ruas ou em qualquer lugar que você acha que está seguro? Como lidar e contar com a segurança pública quando ela não se faz presente? e quando se faz, ainda abusa de poder? Como transformar essa sociedade tão violentada em seus direitos humanos? Qual é o papel do estado quando protegem ladrões "invisíveis" aos nossos olhos e que só sentimos quando algum direito nosso é e foi violado?...
Gente, quero deixar claro que não estou do lado de quem tira dos outros um bem que não lhes pertence. Mas é preciso parar para refletir nas causas que levaram a esses dois jovens (é eles são jovens) a cometerem esses atos. E da forma como o estado os vê e os tratam.

27 de agosto de 2013

Ser gay é tão mais do que isso.

Um relato sobre à última "4º Marcha da Visibilidade Lésbica e Bissexual de Belém".
Mas acima de tudo é preciso ressaltar a luta política do movimento e principalmente os equívocos e preconceitos ainda muito corriqueiros, que levam à uma distorção e banalização do evento. De dentro pra fora, de fora pra dentro!

Por: Fernando Gurjão Sampaio (Um olhar cauteloso, sincero e verdadeiro por via...)

***
Chegamos em casa e descobrimos que a Parada Gay termina justo aqui na Praça da República.

 Primeira coisa: nem sei se é a Parada Gay, mas foi isso que me falaram.

Segunda coisa: o inferno é aqui.

 Na frente da Caixa Econômica rola uma briga envolvendo umas 50 pessoas. Eles formaram uma roda e a briga rola lá dentro. Depois de um tempo chegam Guardas Municipais e PMs, a briga termina, mas a roda segue ali.

 Vindo da Riachuelo vem outro grupo trazendo uma menina desmaiada. Não sei o que ela tem, mas eles parecem desesperados. Tentam parar um ônibus, que engata e segue em frente quase atropelando muitos. Param um taxi e tentam convencer o motorista a socorrê-la. O homem se nega e começam a socar e chutar vidros e lataria. O homem arranca em alta velocidade. Por fim, param uma van, jogam a menina dentro e partem alguns com ela. Os que ficam arrumam os cabelos com as mãos e saem gritando e rindo, já voltando para a festa.

 Muitas pessoas no meio da rua. Motos da GBel passam quase atropelando-os tentando, em vão, fazer o trânsito fluir.

 Muita gente porre, mas muito porres, embriagados mesmo. Todos gritam e fingem brigar e gritam uns com os outros.

 Passa uma van e segue muita correria. Mesma coisa com ônibus. Muita gente querendo chegar em casa, mas muitos motoristas queimando parada querendo evitar problemas.

 Mais uma briga. Uma mulher grita com um cara que paquerou a namorada dela. Pelo porte da gritante, o cara vai levar porrada.

Na volta da garagem, um casal transa, acho que transa, numa das reentrâncias da parede do Basa. É a mesma reentrância na qual as pessoas mijam, então o cheiro não favorece qualquer romance.

 Mais acima, na Carlos Gomes, entre dois carros estacionados ao lado do Hilton, uma moça gorda urina e ri das piadas que as amigas, em pé ao lado, contam.

 Dobrando a Carlos Gomes na Presidente Vargas, um taxista do ponto do Basa me reconhece e diz: Dr. tome cuidado, eles estão loucos, até tiro já rolou. Eu agradeço a preocupação e sugiro que ele vá mais cedo para casa. Ele aceita ao ver a baderna ao redor da mijante que mija quase ao lado dele.

 Já na frente do prédio passa um carro com som alto tocando tecnobrega. Segue uma gritaria alucinada e muitas mãos para cima, alguns tremendo. O carro passa e todos voltam ao normal.

Na portaria, brinco com uma vizinha: só chuva de granizo para dispersar esse povo. A vizinha responde que não adiantaria, visto a quantidade de vinho que estão bebendo. O bafo de alcool segue à quentura do asfalto e nos atinge na portaria.

 Isso tudo foram observações, mas segue uma breve opinião: Ser gay é tão mais do que isso.