31 de dezembro de 2011
29 de dezembro de 2011
Parabéns ao Município de Colares.
Dos bons momentos incríveis e apaixonantes dessa cidade.
Aos seus 50 anos de emancipação mais com uma vasta história muito antes de ser torna município do Estado do Pará.
Parabéns!!!
Conheça a História.
A história do município de Colares está estreitamente vinculada ao processo de configuração original e definitivo do município de Vigia. Nos seus registros históricos, há referência de que o povoado original encontrava-se assentado em território da nação dos índios Tupinambás, a mesma que foi colonizada pelos frades da Ordem Jesuíta, por volta do século XVII, o que veio a resultar na constituição do município de Vigia, no ano de 1693. Dessa forma, Colares manteve-se instalado no mesmo território em que foi fundado como povoado (até então área patrimonial do município de Vigia), a partir do qual, ao longo do tempo, evoluiu até chegar à categoria de Município.Nos trabalhos escritos por Palma Muniz e Theodoro Braga, encontram-se referências diretas sobre a história de Colares, a partir do ano de 1833, data esta em que o povoado que lhe deu origem foi elevado à categoria de vila. A elevação de Colares à Vila, determinação adotada pelo Conselho de Governo da Província, nas sessões realizadas de 10 a 17 de maio - deu-se em cumprimento à Lei que promovia uma nova organização aos municípios paraenses.Com base nessa Lei, a Vila de Colares foi reconhecida como município, passando a configurar o seu patrimônio territorial com terras desmembradas do município de Vigia.Com a criação dos Termos e Comarcas da Província do Pará, também em 1833, ficou Município de Colares constituindo o Termo de Vigia, compreendendo, além destes, o lugar conhecido por São Caetano, a Vila Nova dEl Rei, Porto Salvo e Penhalonga.Na categoria de Termo de Vigia, Colares não conseguiu se manter por muito tempo, pois, embora os mesmos autores não dêem referências maiores de natureza legal, afirmam que foi rebaixada, voltando a ostentar o título de Vila, novamente, em 1883, em cumprimento à Lei Provincial nº 1.152, promulgada em 4 de abril, abandonando sua condição antiga.Com a proclamação da República, um novo ordenamento administrativo e político foi estabelecido no estado e como resultado, o Governo Provisório, mediante o Decreto nº 119, promulgado no mês de março de 1890, criou o Conselho de Intendência Municipal para Colares.No ano de 1901, pelas disposições contidas na Lei nº 752, de 25 de fevereiro, o município de Colares foi extinto e seu patrimônio territorial foi anexado novamente ao do município de Vigia.Convém frisar que Colares, por essa mesma Lei, também perdeu a denominação de Distrito Judiciário. No ano de 1905, com o Decreto nº 1.388, de 21 de julho, foi promovida a divisão da sub-prefeitura de Colares em duas e ficou ratificada a sua condição de área sob influência da Comarca de Vigia.Em 29 de dezembro de 1961, através da Lei Estadual nº 2.460, Colares voltou a ganhar autonomia como Município ficando, dessa forma, desmembrado do município de Vigia.Hoje, conta com único distrito que leva o seu nome, constituindo-se a sede municipal.
*Aniversário da Cidade
Dia 29 de Dezembro.
*Características
Clima: Equatorial amazônico
Temperatura Média: 26º C
*Como Chegar
-Localização
Nordeste Paraense
-Limites
Ao Norte - Baia de Marajó e município de Vigia A Leste - Município de Vigia Ao Sul - Município de Santo Antonio do Tauá A Oeste - Baia do Marajó.
*Acesso Rodoviário
De Belém à Penha Longa através da PA-140 percorrendo-se 90 km(total) de automóvel chega-se a Balsa que possui travessia paga, os horários são: 6:00 h ás 21:00 h. Ainda existe a opção via rodoviária, utilizando-se a aviação Estrela do Mar ou a Van do Armando que saem diariamente do terminal rodoviário e do chapéu do Barata em São Braz(Belém) às 13:00 h respectivamente.
Fonte: Dominio
ferias.tur.br/informacoes/4608/colares-pa.html
e http://www.cinemaemeioambientenaescola.blogspot.com/
Fotos: Jorge Anderson!
Aos seus 50 anos de emancipação mais com uma vasta história muito antes de ser torna município do Estado do Pará.
Parabéns!!!
Conheça a História.
A história do município de Colares está estreitamente vinculada ao processo de configuração original e definitivo do município de Vigia. Nos seus registros históricos, há referência de que o povoado original encontrava-se assentado em território da nação dos índios Tupinambás, a mesma que foi colonizada pelos frades da Ordem Jesuíta, por volta do século XVII, o que veio a resultar na constituição do município de Vigia, no ano de 1693. Dessa forma, Colares manteve-se instalado no mesmo território em que foi fundado como povoado (até então área patrimonial do município de Vigia), a partir do qual, ao longo do tempo, evoluiu até chegar à categoria de Município.Nos trabalhos escritos por Palma Muniz e Theodoro Braga, encontram-se referências diretas sobre a história de Colares, a partir do ano de 1833, data esta em que o povoado que lhe deu origem foi elevado à categoria de vila. A elevação de Colares à Vila, determinação adotada pelo Conselho de Governo da Província, nas sessões realizadas de 10 a 17 de maio - deu-se em cumprimento à Lei que promovia uma nova organização aos municípios paraenses.Com base nessa Lei, a Vila de Colares foi reconhecida como município, passando a configurar o seu patrimônio territorial com terras desmembradas do município de Vigia.Com a criação dos Termos e Comarcas da Província do Pará, também em 1833, ficou Município de Colares constituindo o Termo de Vigia, compreendendo, além destes, o lugar conhecido por São Caetano, a Vila Nova dEl Rei, Porto Salvo e Penhalonga.Na categoria de Termo de Vigia, Colares não conseguiu se manter por muito tempo, pois, embora os mesmos autores não dêem referências maiores de natureza legal, afirmam que foi rebaixada, voltando a ostentar o título de Vila, novamente, em 1883, em cumprimento à Lei Provincial nº 1.152, promulgada em 4 de abril, abandonando sua condição antiga.Com a proclamação da República, um novo ordenamento administrativo e político foi estabelecido no estado e como resultado, o Governo Provisório, mediante o Decreto nº 119, promulgado no mês de março de 1890, criou o Conselho de Intendência Municipal para Colares.No ano de 1901, pelas disposições contidas na Lei nº 752, de 25 de fevereiro, o município de Colares foi extinto e seu patrimônio territorial foi anexado novamente ao do município de Vigia.Convém frisar que Colares, por essa mesma Lei, também perdeu a denominação de Distrito Judiciário. No ano de 1905, com o Decreto nº 1.388, de 21 de julho, foi promovida a divisão da sub-prefeitura de Colares em duas e ficou ratificada a sua condição de área sob influência da Comarca de Vigia.Em 29 de dezembro de 1961, através da Lei Estadual nº 2.460, Colares voltou a ganhar autonomia como Município ficando, dessa forma, desmembrado do município de Vigia.Hoje, conta com único distrito que leva o seu nome, constituindo-se a sede municipal.
*Aniversário da Cidade
Dia 29 de Dezembro.
*Características
Clima: Equatorial amazônico
Temperatura Média: 26º C
*Como Chegar
-Localização
Nordeste Paraense
-Limites
Ao Norte - Baia de Marajó e município de Vigia A Leste - Município de Vigia Ao Sul - Município de Santo Antonio do Tauá A Oeste - Baia do Marajó.
*Acesso Rodoviário
De Belém à Penha Longa através da PA-140 percorrendo-se 90 km(total) de automóvel chega-se a Balsa que possui travessia paga, os horários são: 6:00 h ás 21:00 h. Ainda existe a opção via rodoviária, utilizando-se a aviação Estrela do Mar ou a Van do Armando que saem diariamente do terminal rodoviário e do chapéu do Barata em São Braz(Belém) às 13:00 h respectivamente.
Fonte: Dominio
ferias.tur.br/informacoes/4608/colares-pa.html
e http://www.cinemaemeioambientenaescola.blogspot.com/
Fotos: Jorge Anderson!
28 de dezembro de 2011
Com Você...
Não queria ter-lhe apenas por uma noite
Meus desejos por ti vão mais além
Pode ser difícil crer
Mas meu coração pulsa muito forte por você
Quando olho nos seus olhos, sinto um brilho especial
Sinto algo mágico, me teletransporto
Saio de mim, me perco nos sonhos
Sua timidez me encanta estupidamente
Fazendo-me bobo constantemente
Não conseguir olhar nos meus olhos
Torna o momento mágico
Todo um carinho, um jeito meigo de ser,
Paro durante momentos, colocando-me em meu lugar
Dizendo a mim mesmo: Não vai rolar.
Mas meu coração leso
A procura de estar inquieto
Abre-se ao lhe encontrar
Falando insistentemente
Com você quero estar...
Fonte de inspiração: http://momentosedistracao.blogspot.com/ (Do amigo de mesmo nome; Jorge Anderson)
27 de dezembro de 2011
O beija-flor galego.
Vem!
Vem de encontro a mim.
E diz as melhores coisas que eu quero ouvir.
Coisas que só você sabe dizer... e ao fim de seu discurso. Beija-me, como um beijar-flor!
Foto: Jorge Anderson.
26 de dezembro de 2011
Na Gentileza da Natureza.
Na gentileza da natureza eu fiz e refiz uma cor.
Uma cor atraente e fixa.
Como um corpo que atrai pelo seu cheio, pelo toque, pelo sabor indescritível de um beijo...
Pela menina e pelo menino que se olham,olham... e derrepente se confundem com a gentileza da natureza.
*Foto: Jorge Anderson.
Uma cor atraente e fixa.
Como um corpo que atrai pelo seu cheio, pelo toque, pelo sabor indescritível de um beijo...
Pela menina e pelo menino que se olham,olham... e derrepente se confundem com a gentileza da natureza.
*Foto: Jorge Anderson.
(Re)Encontro de Natal.
O que uma data tão especial, não faz?
Nos festejos natalinos, um reencontro pra lá de descontraido e cheio de carinho por essas pessoas.
Aos velhos tempos de Coletivo Jovem de Meio Ambiente do Pará. Para saber mais: http://www.coletivojovempara.blogspot.com/
Meus sinceros agradecimentos por cada um/a de vocês.
*mailto:*Lhind@s!
Nos festejos natalinos, um reencontro pra lá de descontraido e cheio de carinho por essas pessoas.
Aos velhos tempos de Coletivo Jovem de Meio Ambiente do Pará. Para saber mais: http://www.coletivojovempara.blogspot.com/
Meus sinceros agradecimentos por cada um/a de vocês.
*mailto:*Lhind@s!
*Na noite de uma sexta-feira (23) no centro histórico da cidade de Belém/Pará.
Foto: Jorge Anderson.
20 de dezembro de 2011
O Desperta do Jatobá
Numa manhã tranquila e ensolarada, a incidência de luz entrava pela fresta da janela, e suavemente alimentava a vida que surgia.
Gerando uma plântula. Que no passar dos dias iria crescer e tomar seu posto de direto na natureza.
Fique Sabendo.!
*O jatobá (Hymenaea courbaril L. var. stilbocarpa (Hayne) Lee et Lang.; Fabaceae - Caesalpinioideae) ou jataí é uma árvore originalmente encontrada na Amazônia e Mata Atlântica brasileiras, onde ocorre naturalmente desde o Piauí até o Norte do Paraná, na floresta latifoliada semidecidual. No cerrado ocorre a espécie H. stigonocarpa, também conhecida como jatobá.
Com altura entre 15 e 30 m (até 45 metros na Amazônia) e um tronco que pode ultrapassar 1 m de diâmetro, suas folhas têm dois folíolos brilhantes de 6 a 14 cm de comprimento.
Há registros de exemplares, na Amazônia e no Rio de Janeiro, com altura de 40 m e diâmetro maior que 3 m. A árvore de Martius, encontrada por ele na Amazônia, com altura estimada em 30 m e diâmetro de 8 m, e cuja idade calculou entre 2 mil a 4 mil anos, talvez fosse um jatobá.
Jatobá provavelmente bicentenário com 30 metros e 1,5 de diametro em fazenda de Mococa-SP.O fruto é um legume indeiscente, de casca bastante dura. Cada legume costuma ter duas sementes e é preenchido por um pó amarelado de forte cheiro, comestível, com grande concentração de ferro, indicado para anemias crônicas. Doces feitos com esta farinha eram muito comuns até o século XIX.
Foto: Jorge Anderson
Fonte do fique sabendo: http://pt.wikipedia.org/wiki/Jatob%C3%A1
Gerando uma plântula. Que no passar dos dias iria crescer e tomar seu posto de direto na natureza.
Fique Sabendo.!
*O jatobá (Hymenaea courbaril L. var. stilbocarpa (Hayne) Lee et Lang.; Fabaceae - Caesalpinioideae) ou jataí é uma árvore originalmente encontrada na Amazônia e Mata Atlântica brasileiras, onde ocorre naturalmente desde o Piauí até o Norte do Paraná, na floresta latifoliada semidecidual. No cerrado ocorre a espécie H. stigonocarpa, também conhecida como jatobá.
Com altura entre 15 e 30 m (até 45 metros na Amazônia) e um tronco que pode ultrapassar 1 m de diâmetro, suas folhas têm dois folíolos brilhantes de 6 a 14 cm de comprimento.
Há registros de exemplares, na Amazônia e no Rio de Janeiro, com altura de 40 m e diâmetro maior que 3 m. A árvore de Martius, encontrada por ele na Amazônia, com altura estimada em 30 m e diâmetro de 8 m, e cuja idade calculou entre 2 mil a 4 mil anos, talvez fosse um jatobá.
Jatobá provavelmente bicentenário com 30 metros e 1,5 de diametro em fazenda de Mococa-SP.O fruto é um legume indeiscente, de casca bastante dura. Cada legume costuma ter duas sementes e é preenchido por um pó amarelado de forte cheiro, comestível, com grande concentração de ferro, indicado para anemias crônicas. Doces feitos com esta farinha eram muito comuns até o século XIX.
Foto: Jorge Anderson
Fonte do fique sabendo: http://pt.wikipedia.org/wiki/Jatob%C3%A1
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