1 de fevereiro de 2011
Cenário: A transformação de um Porão!
Para ver como ficou o porão por completo é só comparecer para prestigiar essa galera nova de atores e atrizes da cidade de Belém. No local do espetáculo.
Maiandeua...a felicidade...o amor!
29 de janeiro de 2011
ONGs protestam e chamam licença parcial de Belo Monte de crime .
Um grupo de 60 organizações não governamentais socioambientalistas divulgou nesta quinta-feira uma nota de repúdio à concessão da licença de instalação parcial para a Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu (PA), emitida pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e que autoriza a instalação do canteiro e outras obras preparatórias.
Para as entidades, a licença parcial é "o primeiro grande crime de responsabilidade do governo federal neste ano que nem bem começou". Na nota, a hidrelétrica é citada como um "enorme predador" que será instalado às margens do Rio Xingu.
O grupo critica a ausência de garantias do projeto para evitar o desequilíbrio social e ambiental na região. "Denunciamos essa obra como um projeto de aceleração da miséria, do desmatamento, de doenças e da violação desmedida das leis que deveriam nos proteger", diz o texto.
As lideranças argumentam ainda que o Ibama não levou em conta opiniões contrárias à construção da hidrelétrica antes de conceder a licença parcial. Ontem, em nota, o Ibama disse que a liberação se deu com base em critérios técnicos e que autoridades e organizações da região foram ouvidas.
"De que adiantou falarmos? Não fomos ouvidos, e ainda transvestem nossos protestos em 'diálogo' para legitimar uma aberração engendrada para retribuir favores a financiadores de campanha", disseram as entidades no protesto.
O Ministério Público Federal no Pará (MPF/PA) também reagiu à concessão da licença parcial e deve entrar com uma nova ação na Justiça questionando o licenciamento ambiental de Belo Monte. Em novembro de 2010, o MPF enviou ao Ibama uma recomendação para que o órgão não fragmentasse o licenciamento de Belo Monte com a concessão da licença de instalação parcial.
Formalmente, a legislação não prevê a emissão de licenças parciais. O processo regular se dá em três etapas: a licença prévia - que atesta a viabilidade da obra; a licença de instalação - que libera o início da construção; e a licença de operação - que autoriza o funcionamento do empreendimento.
Fonte: Agencia Brasil, Site; Jornal do Brasil.
Para as entidades, a licença parcial é "o primeiro grande crime de responsabilidade do governo federal neste ano que nem bem começou". Na nota, a hidrelétrica é citada como um "enorme predador" que será instalado às margens do Rio Xingu.
O grupo critica a ausência de garantias do projeto para evitar o desequilíbrio social e ambiental na região. "Denunciamos essa obra como um projeto de aceleração da miséria, do desmatamento, de doenças e da violação desmedida das leis que deveriam nos proteger", diz o texto.
As lideranças argumentam ainda que o Ibama não levou em conta opiniões contrárias à construção da hidrelétrica antes de conceder a licença parcial. Ontem, em nota, o Ibama disse que a liberação se deu com base em critérios técnicos e que autoridades e organizações da região foram ouvidas.
"De que adiantou falarmos? Não fomos ouvidos, e ainda transvestem nossos protestos em 'diálogo' para legitimar uma aberração engendrada para retribuir favores a financiadores de campanha", disseram as entidades no protesto.
O Ministério Público Federal no Pará (MPF/PA) também reagiu à concessão da licença parcial e deve entrar com uma nova ação na Justiça questionando o licenciamento ambiental de Belo Monte. Em novembro de 2010, o MPF enviou ao Ibama uma recomendação para que o órgão não fragmentasse o licenciamento de Belo Monte com a concessão da licença de instalação parcial.
Formalmente, a legislação não prevê a emissão de licenças parciais. O processo regular se dá em três etapas: a licença prévia - que atesta a viabilidade da obra; a licença de instalação - que libera o início da construção; e a licença de operação - que autoriza o funcionamento do empreendimento.
Fonte: Agencia Brasil, Site; Jornal do Brasil.
27 de janeiro de 2011
Bastidores: Aquecimento do Espetáculo: Maiandeua!
Serviço: Espetáculo Maiandeua está em cartaz no Porão Cultural da Unipop na Av. Senador Lemos 557, de Quinta a Sábado até o dia 19 de Fevereiro.
Ingresso (MEIA ENTRADA PARA TODOS) R$5,00 Reais. HORA: 20h
Felicidades a Samuel!
O dia estar brilhante e alegre.
O dia estar muito feliz, cantando e sendo levado na cordialidade sonora do vento.
O dia grita e louva, agradecendo pela existência magnífica e explêndida da vida.
O dia abre seus abraços para desejar muitos anos de vida a Samuel Souza.
* Do amigo apaixonado, por tê-lo em seu caminho.
Felicidades e Parabéns!!
Ibama libera licença para Belo Monte.
Quinta-Feira, 27/01/2011, 03:03:24
Uma nova queda de braço promete ser travada entre o Ministério Público Federal e o Ibama em relação à construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, no município de Altamira. O Ibama autorizou ontem (26) que fosse dada a largada na construção do canteiro de obras da usina, no rio Xingu. O Ministério Público Federal alega que as condicionantes socioambientais para a autorização da obra não foram cumpridas. Com isso, não descarta uma nova ação judicial que emperre o início dos trabalhos na região. Já existem nove processos contra o Governo em relação à usina.
A autorização foi assinada pelo presidente substituto do Ibama, Américo Ribeiro Tunes. Ele assinou uma autorização de supressão de vegetação, que permite o desmate de uma área de 238 hectares no local de construção da usina. A beneficiada é a empresa Norte Energia, responsável pela obra. O documento assinado pelo presidente do órgão prevê a implantação de infraestrutura de apoio no sítio Belo Monte (acampamento, canteiro industrial e área de estoque de solo e madeira), onde se prevê a construção de duas barragens.
Seria o primeiro passo para a instalação prática da usina. Depois disso, a Norte Energia vai precisar obter junto ao Ibama a licença de instalação, que permite começar as obras. O terceiro passo é a licença de operação , para que a hidrelétrica possa funcionar efetivamente.
A pressa do Governo Federal em autorizar a concessão deve-se a um dos acordos firmados por ocasião do leilão da obra, em abril de 2010. Há o compromisso de que a hidrelétrica deva começar a produzir em 2015, mas se as obras não começarem até fevereiro, esse prazo seria quase impossível de ser cumprido, por conta do período de chuvas. Haveria o risco então de a usina só começar a operar em 2016.
O Ministério Público Federal informou que ainda não teve acesso ao documento integral em que o Ibama autoriza o início das obras da hidrelétrica de Belo Monte, mas há o entendimento de que a autorização da supressão de vegetação é uma tentativa de dar início à obra de forma ilegítima, já que os procuradores que acompanham o caso haviam recomendado expressamente ao Ibama para evitar fragmentação das licenças na tentativa de apressar o licenciamento.
A recomendação, emitida em novembro do ano passado, dizia ao então presidente do Instituto para se abster de “emitir qualquer licença, em especial a de Instalação, prévia ou definitiva, do empreendimento denominado AHE Belo Monte, enquanto as questões relativas às condicionantes da Licença Prévia 342/2010 não forem definitivamente resolvidas de acordo com o previsto”.
Após a recomendação, em dezembro, técnicos do MPF foram até o local onde deve ser construído o canteiro de obras e constataram que as condicionantes exigidas pela Licença Prévia não foram cumpridas. “Até agora, a maioria das condicionantes encontra-se, se não no marco zero, muito aquém do previsto”, disseram os procuradores.
O Ministério Público entende ser preciso ainda avaliar o teor da permissão. Mas considera que, ao conceder licença para a instalação física da obra sem o cumprimento das condicionantes, o Ibama está colocando a região em alto risco social e ambiental. “Não houve nenhuma preparação estrutural para receber operários e máquinas e, muito menos, para a população que será atraída pelo empreendimento, sem chance de ser aproveitada na obra, direta ou indiretamente. Estamos muito preocupados com o que pode acontecer”, declarou o procurador da República no Pará, Ubiratan Cazetta, ao saber da concessão da licença.
A estratégia de conceder uma licença específica para a construção da usina já foi usada anteriormente pelo Governo Federal em relação a duas hidrelétricas em Rondônia. Esse modelo não é reconhecido pelo MPF como válido, de acordo com o direito ambiental brasileiro. Essa pode ser a justificativa da ação a ser impetrada pelos procuradores da República.
Existem estimativas extraoficiais de que o simples anúncio da obra em 2010 já atraiu cerca de 8 mil pessoas em busca de emprego para a cidade de Altamira, a maior da região. A atração populacional pode causar um colapso nos já precários sistemas de abastecimento, saneamento, saúde e educação.
De acordo com o MPF, é para evitar esse tipo de colapso que a legislação brasileira determina rigor no rito de licenciamento ambiental: o empreendimento só é considerado viável se cumprir uma série de condições e só após o cumprimento dessas condições é concedida a permissão de instalação. No caso de Belo Monte, são 40 condicionantes impostas pelo próprio Ibama para que projeto tenha viabilidade social e ambiental. Com informações das agências O Globo, Folhapress e Estado. (Diário do Pará)
* Estou muito temeroso com essa notícia.
Vamos Parar Belo Mont! É chegada a hora, não podemos deixar!
25 de janeiro de 2011
Ela...linda e majestosa. Parabéns a mulher dos meus dias.
É com muita alegria, generosidade,simplicidade,carinho,dedicação,paixão,lutas,desejos e tantas coisas das quais só quem tem, sabe do que estou falando.
Parabéns, esteja conosco por muito tempo, tens muito que agregar nesse plano, minha querida e amada MÃE.
Felicidades infinitas...
24 de janeiro de 2011
Tem fofó, tem sim senhor meu povo!
O 3º desfile do Fofó, no dia 23/01, foi marcado, inicialmente, por alguns reveses. A Prefeitura determinou a apreensão dos carrinhos ambulantes que não estavam regularizados na SECON e que faziam vendas de bebidas alcoolizadas de outras empresas que não patrocinam o bloco da Praça do Carmo.
Além disso, a charanga não desfilou com o trio elétrico e nem utilizou o microfone para puxar o bloco. Segundo o comandante do Fofó, o cantor Elói Iglesias, a Prefeitura indisponibilizou o uso desses recursos por falta de assistência do órgão municipal. Revelando, assim, a necessidade de um agente administrativo in loco para viabilizar e garantir que o carnaval do Fofó de Belém desfile pelas ruas da Cidade Velha, sem se preocupar com esses problemas técnicos, que não é da ossada dos realizadores do bloco.
Mas esses problemas não foram capazes de impedir o andamento do Fofó e nem tirou alegria dos foliões que queriam ver seu bloco na rua. Assim, a charanga mais uma vez foi conduzindo a massa e, mesmo debaixo da chuva fina, o Fofó estremeceu o carnaval da Cidade Velha. Para alguns foliões, o Fofó do domingo passado foi verdadeiramente o (re)vivenciamento dos primeiros carnavais, pois parecia que, sem o trio elétrico, os fofolenses iam irmanados, brincando e cantando juntos numa euforia sem igual.
Fonte e foto: http://www.fofodebelem.blogspot.com/
Além disso, a charanga não desfilou com o trio elétrico e nem utilizou o microfone para puxar o bloco. Segundo o comandante do Fofó, o cantor Elói Iglesias, a Prefeitura indisponibilizou o uso desses recursos por falta de assistência do órgão municipal. Revelando, assim, a necessidade de um agente administrativo in loco para viabilizar e garantir que o carnaval do Fofó de Belém desfile pelas ruas da Cidade Velha, sem se preocupar com esses problemas técnicos, que não é da ossada dos realizadores do bloco.
Mas esses problemas não foram capazes de impedir o andamento do Fofó e nem tirou alegria dos foliões que queriam ver seu bloco na rua. Assim, a charanga mais uma vez foi conduzindo a massa e, mesmo debaixo da chuva fina, o Fofó estremeceu o carnaval da Cidade Velha. Para alguns foliões, o Fofó do domingo passado foi verdadeiramente o (re)vivenciamento dos primeiros carnavais, pois parecia que, sem o trio elétrico, os fofolenses iam irmanados, brincando e cantando juntos numa euforia sem igual.
Fonte e foto: http://www.fofodebelem.blogspot.com/
Assinar:
Postagens (Atom)


















