31 de maio de 2010
A câmera Mamutte!
Essa foi à exposição de câmeras fotográficas com o passar dos tempos! Muito firme...
A galera do curso foi confirir no centro cultural sesc boulevard em frente a estação das docas,e o bacana dá entrada: Franquissima... Foi uma Boa pedida.
Valeuuuuuu .
Ética no jornalismo é tema destacado no terceiro dia da Semana da Comunicação
A jornalista Linda Ribeiro foi a palestrante do terceiro dia da Semana de Comunicação, promovida pelos alunos do curso técnico em Rádio e Televisão, do projeto Missão Friuli Amazônia, nesta quarta-feira, 26, em Belém. Ela falou sobre o tema da ética no jornalismo e instigou os alunos sobre o assunto no início do bate-papo.
“Quem sabe, aqui, o que é ética?”, perguntou ela. Ter respeito pelo outro foi a primeira resposta dada por um dos alunos. Linda Ribeiro contou que a ética é muito importante para a comunicação social, dando exemplos do cotidiano. Para a jornalista, a ética é um kit que se traz de casa, nasce na família. “O respeito pelo outro é um dos princípios éticos”, reafirmou.
Linda Ribeiro falou também sobre as técnicas da redação para o rádio e mostrou, em power point, como deve ser construído o texto. “As palavras têm uma carga emocional”, disse. “A gente tem de colocar a ênfase na hora certa”, completou. Linda ressaltou que o rigor com o texto recai sobre a credibilidade do profissional. “A credibilidade é uma coisa que a gente tem de preservar, porque ela é muito preciosa”, frisou.&;
Redação – Linda Ribeiro deu orientações precisas sobre a redação para o meio radiofônico e sobre a locução ao vivo. Ela fez os alunos rirem ao falar das gafes cometidas por radialistas, em situações de improviso. Contou que, por ocasião da visita do papa a Belém, um radialista chamou o veículo do Santo Padre de batmovel, em vez de papamovel.
Na cobertura do Círio de Nazaré, outro locutor afirmou que a Basílica estava passando por determinado local, ao invés de dizer que era a berlinda da santa que fazia o percurso. A jornalista explicou que a transmissão ao vivo é mesmo difícil para todos. Correção textual e respeito pelo ouvinte foram as principais recomendações dadas pela jornalista, que tem de 23 anos de carreira.
“Quem sabe, aqui, o que é ética?”, perguntou ela. Ter respeito pelo outro foi a primeira resposta dada por um dos alunos. Linda Ribeiro contou que a ética é muito importante para a comunicação social, dando exemplos do cotidiano. Para a jornalista, a ética é um kit que se traz de casa, nasce na família. “O respeito pelo outro é um dos princípios éticos”, reafirmou.
Linda Ribeiro falou também sobre as técnicas da redação para o rádio e mostrou, em power point, como deve ser construído o texto. “As palavras têm uma carga emocional”, disse. “A gente tem de colocar a ênfase na hora certa”, completou. Linda ressaltou que o rigor com o texto recai sobre a credibilidade do profissional. “A credibilidade é uma coisa que a gente tem de preservar, porque ela é muito preciosa”, frisou.&;
Redação – Linda Ribeiro deu orientações precisas sobre a redação para o meio radiofônico e sobre a locução ao vivo. Ela fez os alunos rirem ao falar das gafes cometidas por radialistas, em situações de improviso. Contou que, por ocasião da visita do papa a Belém, um radialista chamou o veículo do Santo Padre de batmovel, em vez de papamovel.
Na cobertura do Círio de Nazaré, outro locutor afirmou que a Basílica estava passando por determinado local, ao invés de dizer que era a berlinda da santa que fazia o percurso. A jornalista explicou que a transmissão ao vivo é mesmo difícil para todos. Correção textual e respeito pelo ouvinte foram as principais recomendações dadas pela jornalista, que tem de 23 anos de carreira.
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Encontro do dia 28/05
Fonte: Pascom News.
Jornalista fala da produção da notícia televisiva no Pará
A Amazônia é o melhor local para fazer jornalismo, disse a apresentadora do SBT Pará, Úrsula Vidal, aos alunos do curso técnico em Rádio e Televisão, na terça-feira (25), em Belém, durante o segundo dia da 1ª Semana de Comunicação. Ela disse que há muitos interesses internacionais pela região, que virou um celeiro de notícias, sobretudo para as agências estrangeiras.Sobre o jornalismo paraense, ela destacou a disputa pela audiência no estado paraense, com destaque para as emissoras que optaram pelo segmento popular, que oferece maior prestação de serviço. Úrsula disse que teve de “descer do salto” e procurar um estilo que pudesse interagir melhor com o público das classes C e D.A editora do SBT informou que seu telejornal procura repercutir os fatos de modo contextualizado. A jornalista falou ainda sobre a linha editorial do jornal do SBT em Belém. O impacto que a notícia causa tem prioridade no telejornal, disse ela. “Tenho critérios diferentes para decidir o que vai ao ar”. Úrsula explicou também como funciona a produção da reportagem em televisão, da pauta à edição. Ela falou sobre o foco da matéria, personagens, belas imagens e fez uma recomendação: “Sempre o cinegrafista e o repórter tem de trabalhar em uma grande sintonia”, destacou. Ela falou ainda do papel de cada profissional dentro de uma equipe de TV.“Sou o quarto olhar sobre a matéria, dou a palavra final”, disse Úrsula, ao comentar o fechamento do telejornal, que edita há quase 10 anos. Ela coordena uma equipe pequena em Belém. O SBT, na capital, mantém apenas um jornal no ar, no horário do meio-dia. Além disso, recebe contribuições das emissoras ligadas ao SBT no estado do Pará.Em nível nacional, Úrsula disse que a TV Globo ainda faz o melhor jornalismo no Brasil, ao comentar a estrutura que a emissora da família Marinho oferece ao público.
Alunos – Por que é difícil fazer jornalismo na Amazônia? Por que voltou do Rio para trabalhar em Belém? Quais as dificuldades iniciais para trabalhar em televisão? Essas foram algumas perguntas feitas pelos alunos do curso técnico em Rádio e Televisão à jornalista Úrsula Vidal, apresentadora e editora do SBT Pará. “Passei por muitos cursos de qualificação ao longo de 23 anos”, disse Úrsula Vidal, ao falar dos treinamentos realizados para adquirir boa postura no vídeo, desde aulas de etiqueta até sessões de fonoaudiologia, questões respondidas que mataram a curiosidade dos estudantes do curso.
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Encontro do dia 25/05
Notícias do site da Pascom!
Quer saber Mais: http://www.pascom.org/
Alunos – Por que é difícil fazer jornalismo na Amazônia? Por que voltou do Rio para trabalhar em Belém? Quais as dificuldades iniciais para trabalhar em televisão? Essas foram algumas perguntas feitas pelos alunos do curso técnico em Rádio e Televisão à jornalista Úrsula Vidal, apresentadora e editora do SBT Pará. “Passei por muitos cursos de qualificação ao longo de 23 anos”, disse Úrsula Vidal, ao falar dos treinamentos realizados para adquirir boa postura no vídeo, desde aulas de etiqueta até sessões de fonoaudiologia, questões respondidas que mataram a curiosidade dos estudantes do curso.
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Encontro do dia 25/05
Notícias do site da Pascom!
Quer saber Mais: http://www.pascom.org/
28 de maio de 2010
Radialista defende a luta das emissoras comunitárias para promover a cidadania
O que aconteceu na Semana da Comunicação.
Curso de Comunicação Social da CNBB.
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O comunicador popular Enilson Nonato, da rádio comunitária FM Cabana, localizada em Ananindeua (Região Metropolitana de Belém), foi o convidado especial do primeiro dia da Semana de Comunicação, promovida pelos alunos do projeto Missão Friuli Amazônia, com o tema “Os meios de comunicação a serviço da cidadania”. Ele falou sobre o trabalho da emissora e do movimento que tenta legalizar as rádios apelidadas de “piratas”. Enilson informou que o Pará possui mais de 200 emissoras que estão em busca de legalização. Segundo ele, o processo para legalizar uma rádio comunitária demora cerca de 10 anos, “para os movimentos sociais”, frisou.
Mas para políticos brasileiros, conseguir a legalização de uma emissora dita comunitária, é mais fácil. Enilson disse que, no Pará, das quase cem emissoras com caráter comunitário a maioria está nas mãos de políticos e de grupos religiosos. “A comunicação está nas mãos de políticos como Jader Barbalho e Wladimir Costa”. Para Enilson, são os próprios políticos que impedem os movimentos sociais de possuir as rádios comunitárias. Ele também criticou os políticos que possuem as rádios comunitárias para se promover. “Não há fiscalização das rádios comunitárias que estão nas mãos de políticos”. O governo do presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) reprimiu muito o movimento das rádios comunitárias, disse o radialista. Ele falou ainda que no primeiro mandato do governo Lula a política de repressão ao movimento também foi grande. Só mudou nos últimos dois anos. Enilson Nonato disse que a luta do movimento tende a se fortalecer, por meio de entidades como o Fórum em Defesa das Rádios Comunitárias, em nível estadual, e a Associação Brasileira das Rádios Comunitárias, Abraço. “O Fórum é um movimento social que agrega outros movimentos com a SPDDH, MST, etc”, explicou. “Fazemos o contraponto com as emissoras comerciais”.
Encontro do dia: 24/05
Informações do site: Pascom News
27 de maio de 2010
26 de maio de 2010
Semana da Comunicação!
A galera do Curso Técnico de Rádio e TV do Pime(CNBB) de 2010. Junto com a Missão Friuli Amazônia estamos na Semana da Comunicação e para socializar...Olha à foto da galera...!
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