20 de dezembro de 2011

O Desperta do Jatobá

Numa manhã tranquila e ensolarada, a incidência de luz entrava pela fresta da janela, e suavemente alimentava a vida que surgia.
Gerando uma plântula. Que no passar dos dias iria crescer e tomar seu posto de direto na natureza.
Fique Sabendo.!

*O jatobá (Hymenaea courbaril L. var. stilbocarpa (Hayne) Lee et Lang.; Fabaceae - Caesalpinioideae) ou jataí é uma árvore originalmente encontrada na Amazônia e Mata Atlântica brasileiras, onde ocorre naturalmente desde o Piauí até o Norte do Paraná, na floresta latifoliada semidecidual. No cerrado ocorre a espécie H. stigonocarpa, também conhecida como jatobá.
Com altura entre 15 e 30 m (até 45 metros na Amazônia) e um tronco que pode ultrapassar 1 m de diâmetro, suas folhas têm dois folíolos brilhantes de 6 a 14 cm de comprimento.

Há registros de exemplares, na Amazônia e no Rio de Janeiro, com altura de 40 m e diâmetro maior que 3 m. A árvore de Martius, encontrada por ele na Amazônia, com altura estimada em 30 m e diâmetro de 8 m, e cuja idade calculou entre 2 mil a 4 mil anos, talvez fosse um jatobá.
Jatobá provavelmente bicentenário com 30 metros e 1,5 de diametro em fazenda de Mococa-SP.O fruto é um legume indeiscente, de casca bastante dura. Cada legume costuma ter duas sementes e é preenchido por um pó amarelado de forte cheiro, comestível, com grande concentração de ferro, indicado para anemias crônicas. Doces feitos com esta farinha eram muito comuns até o século XIX.

Foto: Jorge Anderson
Fonte do fique sabendo: http://pt.wikipedia.org/wiki/Jatob%C3%A1

17 de dezembro de 2011

Natal da Fundação Curro-Velho.

Brincadeiras de crianças e as lembranças da infância ou como ser o próprio brinquedo, foram as propostas de conclusão das oficinas para o Natal da Fundação Curro-Velho. Megulhando no intenso mundo da imaginação e no mundo da fantasia, a ludicidade tomou conta dos espaços que envolveram música, teatro, dança...
Um grande passeio cultural pode ser dado ao entrar no maravilhoso mundo proposto pela fundação. Onde de imediato você deixa-se ser levado e quando percebe, já foi contagiado e levado as lembranças de sua infância. Fantástico!
* Parabéns a toda a equipe que trabalhou "pacas" para colocar tamanha ludicidade com tanta simplicidade e alegria.

**Alguns momentos






Fotos: Jorge Anderson.

Vamos Parar Belo-Monte.

Não à mais tempo a perde.
Nossa terra clama por vida e paz.
Deixamos de lado nossos interesses mais devastadores e corruptos.
Sem identidade, sem caráter, sem distinções, sem sentimentos e ética.
Clamamos por uma terra mais digna e acolhedora para todos e todas, de forma que possamos juntos e juntas transforma nossos sonhos bons em realidade.

NÃO A BELO-MONTE.
ALTAMIRA-PARÁ.

12 de dezembro de 2011

Catimbas, Curimbós e Canalhices: Uma Outra História do Brasil.

É com muita alegria que compartilho um momento marcante e emocionante de minha vida.

Espetáculo: CATIMBAS, CURIMBÓS E CANALHICES: UMA OUTRA HISTÓRIA DO BRASIL.





Fotos: Priscila Jorge.

5 de dezembro de 2011

Novo Espetáculo do Grupo de Teatro da Unipop.



Trazer para o palco a discussão acerca da história de criação do Brasil é o que se propõe o Grupo de Teatro da UNIPOP com o espetáculo “Catimbas, Curimbós e Canalhices – Uma Outra História do Brasil”. Nesse texto – de autoria de Hudson Andrade e Carlos Correia Santos e direção de Alexandre Luz – os representantes das etnias que, futuramente, dariam vez ao povo brasileiro, postam-se, por volta de mil oitocentos e pouco, a esperar pela família real que, segundo eles, desembarcariam na ilha de Mosqueiro – distrito de Belém do Pará – e por que não? Fato que cria certa discórdia entre os personagens que defendem a idéia de que a família real deveria ir para a Bahia e os que acreditam que a melhor opção seria o Rio de Janeiro. No entanto, os lusitanos que vem pelo mar são mercenários enviados pela Coroa para sondar a situação da, então, colônia americana para recebê-los.


Acontece que os que aqui esperavam acreditaram que os mercenários eram os próprios monarcas. Fato que, ao ser percebido, não foi desmentido pelos portugueses que, por sua vez, enxergaram vantagens valiosas com a confusão.


“Catimbas, Curimbós e Canalhices” trata, com humor escrachado, da formação social, cultural e econômica do que foi um dia a Ilha de Vera Cruz; fazendo um rápido paralelo com situações, hoje, vivenciadas em nossa sociedade. Na trama, o enredo retrata algumas situações de um grupo teatro mambembe, no qual os personagens, em algum momento, se confundem com os próprios atores e atrizes do Grupo de Teatro da UNIPOP. A atmosfera antropológica criada por ocasião da chegada de estrangeiros a estas terras, dando novos rumos a uma história – que embora existente – desconhecida para o dito velho mundo “Civilizado”, suscita algumas reflexões. E se não tivesse começado na Bahia? E se fosse mais ao Sul? Ou mais ao Norte? E se fossem os franceses e não os portugueses?


Desta forma, o Grupo de Teatro da UNIPOP traz (ou leva) seu espetáculo de 2011 de volta ao começo do Século XIX para repensarmos um momento de transformação nas relações luso-brasileiras e fazermos de “Catimbas, Curimbós e Canalhices – Uma Outra História do Brasil” uma nau para chegarmos a tantos outros Brasis.


Ficha técnica


• Elenco: Amanda Santos, André Souza, Claudia Santiago, Gabriela Alves, Geovani Moia, Jorge Anderson, Maria Silva, Nete Pamplona, Vanda Lopes, Walter D’Carmo e Washington Luiz;
• Texto: Hudson Andrade e Carlos Correia Santos;
• Cenário: Jorge Cunha;
• Arte em Cartaz e Estandartes: Andrei Souza;
• Operadora de Som: Letícia Ramos;
• Operador de Luz: Adriane Gonçalves;
• Direção: Alexandre Luz.

Vontades de Jorge.

" Num leve tocar de dedos, fui levado por uma maré de pensamentos flutuantes.
Onde demasiadamente meu corpo se deleitou e dele me aproveitei".

" Abrace-me, agarre-me, conduza-me aos melhores lugares, cheio de cores sensiveis e amaveis.
Expondo tudo aquilo que de mais belo existi".


*Numa noite de volta para casa, em boa companhia!
R.B.

1 de dezembro de 2011

1º de Dezembro: Dia Mundial de Combate ao Vírus do HIV/AIDS.

Transformar o 1º de dezembro em Dia Mundial de Luta Contra a Aids foi uma decisão da Assembléia Mundial de Saúde, em outubro de 1987, com apoio da Organização das Nações Unidas - ONU. A data serve para reforçar a solidariedade, a tolerância, a compaixão e a compreensão com as pessoas infectadas pelo HIV/Aids. A escolha dessa data seguiu critérios próprios das Nações Unidas. No Brasil, a data passou a ser adotada a partir de 1988.

O preconceito e a discriminação contra as pessoas vivendo com HIV/Aids são as maiores barreiras no combate à epidemia, ao adequado apoio, à assistência e ao tratamento da Aids e ao seu diagnóstico. Os estigmas são desencadeados por motivos que incluem a falta de conhecimento, mitos e medos. Ao discutir preconceito e discriminação, o Ministério da Saúde espera aliviar o impacto da Aids no País. O principal objetivo é prevenir, reduzir e eliminar o preconceito e a discriminação associados à Aids. O Brasil já encontrou um modelo de tratamento para a Síndrome de Imunodeficiência Adquirida, que hoje é considerado pela OMS (Organização Mundial de Saúde) uma referência para o mundo. Agora nós, brasileiros, precisamos encontrar uma forma de quebrarmos os preconceitos contra a doença e seus portadores e sermos mais solidários do que somos por natureza. Acabar com o preconceito e aumentar a prevenção devem se tornar hábitos diários de nossas vidas.

O que é Aids:
Uma deficiência no sistema imunológico, associada com a infecção pelo vírus da imunodeficiência humana HIV – (Human Immunodeficiency Virus), provocando aumento na susceptibilidade a infecções oportunísticas e câncer.

Transmissão:
- o vírus HIV pode ser transmitido pelo sangue, sêmen, secreção vaginal, leite materno;
- relações sexuais homo ou heterossexuais, com penetração vaginal, oral ou anal, sem proteção da camisinha, transmitem a Aids e outras doenças sexualmente transmissíveis e alguns tipos de hepatite;
- compartilhamento de seringas entre usuários de drogas injetáveis;
- transfusão de sangue contaminado;
- instrumentos que cortam ou furam, não esterilizados;
- da mãe infectada para o filho, durante a gravidez, o parto e a amamentação.

Tratamento:
Atualmente a terapia com os chamados “anti-retrovirais” proporciona melhoria da qualidade de vida, redução da ocorrência de infecções oportunísticas, redução da mortalidade e aumento da sobrevida dos pacientes. (Os anti-retrovirais são medicamentos que suprimem agressivamente a replicação do vírus HIV).

Fique sabendo:
A Aids não é transmitida pelo beijo, abraço, toque, compartilhando talheres, utilizando o mesmo banheiro, pela tosse ou espirro, praticando esportes, na piscina, praia e, antes de tudo, não se pega aids dando a mão ao próximo, seja ele ou não soropositivo.


Fontes:
Programa Nacional de DST e Aids do Ministério da Saúde.
Secretaria de Estado da Saúde do Distrito Federal


* Deixo como referência de atuação em nossa grande Belém, o trabalho da Rede de Jovens + Pará. Que trabalha no combate/conscientização, (in)formação de jovens e adultos que convivem e vivem com HIV/AIDS em nossa região.
Para saber ficar por dentro do assunto e ficar esclarecido  é só clicar: http://www.redejovensmaispara.blogspot.com/