6 de agosto de 2010

A Troca.Te amo!

Puxa o que dizer...

Em uma só palavra: Emoção!

Não sabia tanto assim de você como sei agora. Nem sei se sou digno disso. Mas grato pela confiança e admiração recíproca a ti. Como disse tenho um sentimento guardado que um dia haverá de sair! Muitas coisas ficaram entreabertas.
Talvez, por não ser ainda a hora/tempo. - Falando nele como você se expressou. “O tempo ainda é um dos grandes problemas que me circundam, esta comigo!”
Quando entrei na página tomei um surto (foi prazeroso) ao ver depoimentos e neles palavras sinceras e claras de uma pessoa simples,clara,digna e altamente afetiva (com os nervos sempre a flor de sua pele).
Fiquei olhando...parado por alguns minutos sem saber por onde começar. Pensei... puxa é uma CARTA VIRTUAL? Sabe aquela história de receber cartas, há tempos sempre tentamos e nunca conseguimos colocar em prática. De uma forma ou de outra ela acabou vindo (de forma moderna) e justamente na hora em que tanto preciso.
-Selecionei cada parte...
-E agora irei guarda para que um dia eu possa lhe mostra. Lembras...?
Tenho comigo agora, vai ser diferente!

Para terminar...
Deixo meu afeto ( que sempre esteve comigo)
Deixo minha admiração( desde o exato momento da fila do almoço) você a frente de mim.

“Um dia irei te contar o que passou pela minha mente naquela ocasião.”

Deixo minha força( capaz de mover e trazer você até aqui)
Deixo meus sonhos (movendo o meu dia-a-dia)
Deixo a esperança ( de um dia poder te (re-encontrar)
Poderia deixar tantas coisas...

Apenas mas uma...

Deixo o meu Amor ( Não foi por acaso que você apareceu,não foi por acaso que gostei de ti, não foi por acaso que sinto saudades de ti.)

Te amo,

Por Aih: Arquivo. Ed.2

              Igreja de Nossa Senhora da Conceição em Jenipaúba da Laura em Colares no ano de 2009.

Na travessia para Cotijuba-Belém/PA
Num Cantinho guardado e preservado, aonde é possível encontrar a transcendência da Vida.

Fotos: Arquivos do Jorge Anderson.

Toques da Amazônia – Revelando e Celebrando Brasis

*Dando continuidade a minha formação em danças circulares. Foram abertas novas inscrições para vivênciar a arte de tocar. Aprendendo a valorizar o som de "raíz" aos poucos se perdendo.
Vamos desdobrar e abrir nosso corpo e alma para sentir o som de maracás,tambôres,pamdeiros, caxixis...

Lundum, Retumbão, Carimbó, Samba-de-Cacete, Brincadeira dos Pretinhos, Caroço, Cacuriá, Coco, Baião de Princesas...

Inspirada na corporalidade brincante dos nossos artistas populares, que reúne organicamente o canto, a dança, os toques, a emoção, a poesia, o lúdico, a espiritualidade, a cidadania... na sua expressão criativa, esta proposta visa complementar a formação dos alunos-dançantes do Curso Livre “Danças Circulares da Amazônia” – Ano 2010, ofertado pela Ong Mana-Maní/Ponto de Cultura Danças Circulares da Amazônia;
e iniciar outras pessoas potencialmente interessadas a integrarem as próximas edições do curso.

Com a focalização do ArtEducador e Percussionista Arythanan, e coordenação da Focalizadora de Danças Circulares Maria Esperança, a oficina “Toques da Amazônia” será desenvolvida em 07 encontros, aos sábados – 09h00 às 13h00, de 14/Agosto a 25/Setembro, na UEPA – Tv. Perebebuí c/Alte.Barroso.

Saiba +:
 QUANTO – R$100,00 (02 parcelas de R$50,00)

O QUE LEVAR – instrumentos percussivos (se tiver);
- água p/consumo pessoal;
- algum alimento pronto para lanche comunitário.

INSCRIÇÕES:
– Presencialmente, na Farmácia Arte de Curar (c/Fatinha) – Av. José Malcher, 2463 – em frente ao Yamada Plaza

- Virtualmente, com Maria Esperança via depósito em conta-corrente: BASA, Ag. 0007, c/c 036.558-0,
confirmação via e-mail: maria-esperanzza@manamani.org.br

COORDENAÇÃO E INFORMAÇÕES
Maria Esperança Alves – 8134.3426 / 3231.5995 / maria-esperanzza@manamani.org.br

REALIZAÇÃO
http://www.dancascircularesdaamazonia.wordpress.com/

APOIO
Universidade do Estado do Pará/UEPA - CCBS

Ficha Suja: TRE do Pará, vergonha e retrocesso

Abrindo parêntese.
Se o TRE (Tribunal Regional Eleitoral) decidiu por maioria do colegiado manter a candidatura de varios politícos de "ficha suja", o que será de nós daqui pra frente? Como posso acreditar na mudança? Qual o papel do cidadão na legitimização de propostas de lei? Como posso...?

NOTA PÚBLICA DE REPÚDIO
A Comissão Justiça e Paz da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil Norte 2, integrante do Movimento Nacional e Estadual de Combate à Corrupção Eleitoral e e demais pastorais e organismos da CNBB Norte 2, vêm externar a decepção com que receberam a notícia de que o Tribunal Regional Eleitoral decidiu, por maioria do colegiado, manter as candidaturas de políticos publicamente envolvidos em malversação do dinheiro público e outro condenado por estupro contra criança.

A decisão causou tristeza, indignação e sensação de impunidade, especialmente porque a lei da FICHA LIMPA (135/2010), de iniciativa popular com mais de um milhão e setecentos mil assinaturas, sancionada pelo Presidente da República, veio ao encontro dos anseios de toda a sociedade brasileira, que clama por uma democracia plena, e o TRE do Pará se mostrou, com essa decisão, completamente divorciado dos novos tempos.Não é possível concordar com o fundamento da decisão, uma vez que os candidatos impugnados não podem se valer da alegação do princípio da presunção da inocência, já que tal princípio se volta apenas a impedir a aplicação imediata das sanções de natureza penal, não se estendendo a todo ordenamento jurídico. E inelegibilidade não é pena, mas medida preventiva. Trata-se do direito da sociedade de definir em norma o perfil esperado dos seus candidatos. Não se trata de considerá-los culpados, embora haja elementos suficientes para tal, mas de, à vista de circunstâncias objetivas, prevenir a sociedade da possível candidatura de alguém que não tem condições de exercer a função pública.
A indignação é tão grande que se há de perguntar de você leitor, deixaria sua casa, seus bens, serem administrados por políticos que renunciaram porque foram flagrados utilizando-se do dinheiro público?
Ou deixaria sua família, sua filha de nove anos de idade sob os cuidados de um candidato condenado por ter estuprado, violentado sexualmente uma criança?
Conclamamos, neste momento de tristeza e decepção, o povo a não votar nesses candidatos e a refletir sobre a decisão do TRE, reconhecendo, todavia, a postura dos dois magistrados que votaram a favor do cumprimento da lei da Ficha Limpa.
Reafirmamos o nosso compromisso para com a justiça e continuaremos exigindo, através dos meios legais, que a decisão seja revista. Jamais nos intimidaremos, pois nosso compromisso maior é com o clamor de todo um povo, de uma sociedade, por eleições limpas, livres dos que não souberam honrar o mandato conferido pelo povo.
Belém, 05 de agosto de 2010.

*Comissão Justiça e Paz da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil Norte 2, integrante do Movimento Nacional e Estadual de Combate à Corrupção Eleitoral e demais pastorais e organismos da CNBB Norte 2
 
Para saber +:  http://www.limitedaterra.org.br/ 
 
APOIO A CAMPANHA PELO LIMITE DA PROPRIEDADE DE TERRA NO BRASIL.
 
Ponto

3 de agosto de 2010

No chão da praça

Na rua se vê o povo de uma cidade. Ali nasce a comunidade e desemboca toda política, mesmo aquela gestada a portas fechadas. Apesar do culto ao individualismo e da crescente privatização do chamado mundo globalizado, apesar de muitas atividades sociais terem se retirado para espaços preservados do contato indistinto com o homem comum, a rua ainda é o espaço público por excelência.


Por que um grupo de atores a elege como seu local de trabalho? Talvez porque não tenha um público espontâneo que saia de sua casa com o propósito de encontrá-los no lugar marcado de um teatro. Talvez porque, por meio do dinheiro empenhado no ingresso, este público exija uma cumplicidade que estes artistas não querem estabelecer. Talvez porque o público da rua, carente e ávido da representação de sua subjetividade, se saiba livre para ir embora a qualquer momento sem que o peso do ingresso o amarre ao chão. De qualquer modo, a presença sistemática de um grupo de teatro na rua não pode ser casual: trata-se de uma escolha feita a partir do consenso em torno de valores capazes de fazer com que esta atitude se constitua em uma opção estética, ideológica e profissional.

Ao levar à rua uma obra produzida em processo coletivo, o grupo quer plantar no chão da praça. Não mais com a ilusão de conscientizar o povo, não mais com a pretensão de ser popular. Eles se nutrem da utopia de que o público possa formar um cortejo e sair pelas ruas cantando as canções de seus avós. O espectador se converteria em celebrante e sob as diferenças individuais surgiriam as origens culturais que permitem aos cidadãos se reconhecerem em alguns mesmos elementos. É na seleção destes elementos que o grupo manifesta a sua identidade e se coloca como contraponto à cultura de massa e à indústria do consumo. A utopia, que se realiza e se renova a cada espetáculo, reside na hipótese de que esta identidade seja capaz de ecoar no espectador de modo a ativar-lhe a consciência de si mesmo, de seu ser e estar no mundo.

Estamos, todos nós, brasileiros, assistindo a uma transformação histórica que pode ser muito profunda. Ao optar pela mudança, decidimos investir na construção de novos paradigmas éticos. O teatro está inserido neste processo e, do ponto de vista do artista, isto significa a oportunidade de repensar sua função social. O crítico Yan Michalski escreveu, nos anos 80, que a distribuição de personagens na dramaturgia nacional estava reproduzindo a pirâmide social do país. Este quadro, que se agravou na década de 90, parece começar a ser revertido: senão nos espetáculos que ocupam as grandes salas comerciais das capitais, pelo menos entre os grupos que, procurando alcançar o cidadão brasileiro, descobrem um objetivo maior do que estampar seu nome no papel dos jornais. Fazendo do teatro seu ofício, especializando- se em uma modalidade estética ignorada pelos críticos e historiadores, eles buscam comunidades alijadas do processo de desenvolvimento e, sob o conceito de inclusão social, retiram o próprio teatro de sua exclusão cultural. Escolhem a rua para cruzar a fronteira dos guetos e comemorar o encontro de cidadãos que partilham a mesma língua, a mesma sociedade, o mesmo tempo histórico.

*Autora da pesquisa "Teatro de grupo: utopia e realidade". Este texto foi originalmente publicado no Folhetim da Farândola Troupe, Respeitável Público, Ano I, número 1, Junho de 2003. Agradecemos a Neto de Oliveira a indicação.
Rosyane Trotta *

Ps: Esse Texto tem como fonte de Origem da Rede de Teatro de Rua do Brasil.

2 de agosto de 2010

Terrtório de Teatro: Programação!

Ahhh...Fim de férias! Espero que a sua tenha sindo divertida. Pois, à minha foi vivida de forma diferente. E não perdendo o fôlego já se tem muita coisa para se fazer nas noites da querida e suja Belém.

*Vamos ao teatro, ainda é uma das melhores coisas prazerosas da minha vida! Divirta-se

Festival Territórios de Teatro - Programação:

Dia 08
Teatro Universitário Cláudio Barradas -10h - PÁSSARO TUCANO
Casarão do Bonecos - 20H - MORGUE INSANO AND COOL

Dia 09
Anfiteatro da Praça da República – 19h30 - O MÃO DE VACA
Teatro Cuíra - 21h – ABRAÇO
Teatro da Fundação Curro Velho – 19h – UMA FLOR PARA LINDA FLORA

Dia 10
Casarão dos Bonecos – 19h - SIRÊNIOS
Anfiteatro da Praça da República – 19h30 - CONTOS DA FLORESTA
Teatro Cuíra - 21h – IRACEMA VOA

Dia 11
Casarão do Bonecos – 19h - O CONTO Q EU VIM CONTAR
Anfiteatro da Praça da República – 19h30 - PERIFÉERICO
Teatro Cuíra - 21h – ÚTERO

Dia 12
Teatro Cuíra - 21h - SEM FLOR, SEM PERFUME, SEM MARGARIDA
Teatro da Fundação Curro Velho – 19h-RETALHOS DE HOLANDA
Teatro Porão Cultural da Unipop - 20h - A MULHER MACACO
Teatro Universitário Cláudio Barradas – 21h – CORPO SANTO

Dia 13
Teatro da Fundação Curro Velho – 19h - ÁGUAS DE MARIANA
A Casa da Atriz – 19h – A TROCA...

Dia 14
Praça Ver-o-rio 17h – Grupo de Experimentação Teatro Miniatura
Memorial dos Povos Indígenas – 19h – 6 MESES AQUI
Teatro da Fundação Curro Velho – 19 - QUEM TEM RISO VAI A LONA
Teatro Universitário Cláudio Barradas – 21h – FROZEN

Dia 15
Teatro Universitário Cláudio Barradas – 18h – DONS DE QUIXOTE
Teatro Maria Sylvia Nunes - 21h - IN BETWEEN

*Os espetáculos apresentados em locais fechados terão como ingressos a doação de 1 Kg de alimento não perecível, que serão doados à instituição PARAVIDDA

Ajude a divulgar, valeu!